• Tiago Barbosa Ribeiro eleito Presidente da Comissão de Trabalho

    Tiago Barbosa Ribeiro foi eleito Presidente da Comissão Parlamentar de Trabalho, Segurança Social e Inclusão.

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  • Medidas para apoiar as famílias

    OE2026: Tiago Barbosa Ribeiro defendeu na Assembleia da República medidas para proteger famílias vulneráveis.


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    Este site pretende ser uma plataforma de transparência e de escrutínio do trabalho parlamentar, mas também de abertura e de proximidade com todos os cidadãos, possibilitando o acompanhamento dinâmico das principais actividades e funções exercidas por Tiago Barbosa Ribeiro na Assembleia da República, incluindo notícias, clipping, vídeos e outros elementos. 

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    PS exige esclarecimentos sobre intervenções policiais nos protestos pela habitação
    05 nov 2026
    Tiago Barbosa Ribeiro questionou o Ministro da Administração Interna sobre as intervenções policiais nos protestos pelo direito à habitação, através de duas perguntas parlamentares que exigem o esclarecimento dos factos, das ordens transmitidas e das responsabilidades operacionais e políticas. Em causa estão a intervenção na Praça de D. João I, no Porto, na madrugada de 15 de Outubro, e as operações realizadas no mesmo local e no Rossio, em Lisboa, na noite de 31 de Outubro para 1 de Novembro.Primeiro subscritor da primeira pergunta, apresentada pelos deputados do PS eleitos pelo círculo do Porto, Tiago Barbosa Ribeiro defendeu que «quem protesta por uma casa tem direito a ser ouvido e a manifestar-se em segurança».A iniciativa procura esclarecer quem determinou a intervenção de 15 de Outubro, quais os fundamentos da operação e que contactos ocorreram entre o Ministério da Administração Interna, os comandos da PSP e as autoridades municipais. Os deputados pretendem ainda conhecer os meios de diálogo utilizados antes do recurso à força e a avaliação de risco que sustentou a intervenção de madrugada e o uso de bastões.Outro dos pontos abordados é a existência de relatos divergentes sobre as instruções transmitidas aos participantes, incluindo a possibilidade de permanecerem na praça desde que cessassem o ruído. A pergunta questiona também o fundamento jurídico da dispersão, a aplicação do limite horário das 00h30 a vigílias e outras formas continuadas de protesto pacífico e a igualdade de tratamento face a anteriores acampamentos reivindicativos.Os acontecimentos da madrugada de 1 de Novembro motivaram uma segunda pergunta, apresentada em 4 de Novembro, que alarga o pedido de esclarecimentos à operação simultânea no Porto e em Lisboa. Perante novas denúncias de utilização desproporcionada da força, o deputado exige informação sobre a cadeia de decisão, as orientações da tutela e as alternativas de diálogo e desescalada ponderadas, tendo em conta o sucedido duas semanas antes.Esta segunda iniciativa dá particular destaque à mobilização de agentes à paisana munidos de armas de fogo e bastões e à exibição de uma arma por um agente na Avenida dos Aliados. Os deputados pretendem conhecer a missão atribuída a estes elementos, os riscos que justificaram a sua presença e a forma como foi assegurada a identificação policial perante os cidadãos.Questionam ainda a adequação deste dispositivo perante as declarações da PSP de que a equipa não estava preparada para intervir no âmbito da ordem pública. Solicita igualmente o esclarecimento da sequência do episódio com a arma de fogo, do perigo concreto invocado e das alternativas disponíveis.A pergunta abrange também as denúncias do Sindicato dos Jornalistas sobre intimidação e tentativas de impedir um jornalista de registar detenções no Rossio, bem como a agressão a um repórter de imagem no Porto. Os deputados pretendem conhecer as diligências determinadas para apurar estes episódios e garantir a liberdade de imprensa e o direito de informar.Nas duas iniciativas, são pedidos esclarecimentos sobre o balanço de feridos, a assistência prestada, a preservação dos registos das operações e os procedimentos de averiguação e disciplinares. O escrutínio deve abranger a actuação no terreno, a cadeia de comando e as decisões da tutela, assegurando o apuramento de todas as responsabilidades, incluindo as políticas.As perguntas parlamentares completas podem ser consultadas na área de «Parlamento» do site. Na área de «Imprensa», estão disponíveis várias notícias e participações de Tiago Barbosa Ribeiro em debates sobre este tema.
    Audição sobre a sustentabilidade da Segurança Social
    28 out 2026
    Tiago Barbosa Ribeiro presidiu, na Assembleia da República, à audição de Jorge Bravo e Carla Castro, autores do estudo sobre a sustentabilidade da Segurança Social, no âmbito dos trabalhos da Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão. A propósito da audição, o deputado socialista defendeu que a discussão sobre o futuro do sistema deve partir do rigor das contas e do reconhecimento da sua actual solidez financeira, que atribui ao percurso construído pela governação do PS. Para Tiago Barbosa Ribeiro, essa situação permite encarar o futuro com confiança e continuar a reforçar a protecção social, sem alimentar alarmismos nem colocar em causa os direitos dos trabalhadores e dos pensionistas. A sustentabilidade do sistema público deve constituir uma base para garantir pensões dignas e responder às necessidades das próximas gerações. «O meu pacto de regime, e o do Partido Socialista, é com os pensionistas que trabalharam uma vida inteira e com aqueles que trabalham hoje para construir o seu futuro», afirmou. O Presidente da Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão sublinhou ainda a importância de preservar o compromisso entre gerações que sustenta a Segurança Social pública, conciliando a responsabilidade financeira com a sua missão de protecção. «Garantir a sustentabilidade da Segurança Social pública não pode significar abdicar da sua missão fundamental: proteger as pessoas, assegurar pensões dignas e dar confiança às novas gerações», defendeu.
    Tiago Barbosa Ribeiro recebe delegação parlamentar italiana para debater trabalho e emprego
    21 out 2026
    Tiago Barbosa Ribeiro, Presidente da Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão, recebeu na Assembleia da República uma delegação da Comissão do Trabalho da Câmara dos Deputados italiana, liderada pelo seu Presidente, Walter Rizzetto.O encontro teve como objectivo a troca de experiências e de boas práticas nos domínios do trabalho, das políticas de emprego e da formação profissional, proporcionando um diálogo sobre desafios comuns aos dois países.Tiago Barbosa Ribeiro destacou a importância da cooperação parlamentar e do conhecimento de diferentes respostas para melhorar as políticas públicas. «Privilegio este diálogo entre parlamentos, que permite conhecer diferentes respostas a desafios comuns», afirmou.Para o deputado socialista, a valorização do trabalho digno deve ocupar um lugar central na cooperação europeia. «É também através desta partilha que podemos melhorar as políticas públicas e a vida de quem trabalha», sublinhou.Fotografias nesta ligação. 
    Tiago Barbosa Ribeiro em debate sobre o presente e o futuro da Segurança Social
    20 out 2026
    O Centro Cultural de Rio Tinto recebeu um debate promovido pelo PS Gondomar sobre o presente e o futuro da Segurança Social, com a participação de Tiago Barbosa Ribeiro. A iniciativa, aberta à população, encheu o auditório e reuniu militantes, simpatizantes e cidadãos interessados em discutir um dos pilares fundamentais do Estado Social.Ao longo da sessão, foram debatidos os desafios da protecção social, a defesa do sistema público e a importância de assegurar respostas para as diferentes gerações, dos jovens que entram no mercado de trabalho aos trabalhadores e pensionistas.Para Tiago Barbosa Ribeiro, a participação registada demonstra a importância de aproximar o debate político das preocupações concretas das pessoas. «A Segurança Social acompanha-nos ao longo de toda a vida. Está presente quando nasce um filho, quando enfrentamos uma doença, quando perdemos o emprego ou quando chegamos à reforma. Discutir o seu futuro é discutir a segurança e a dignidade de todas as famílias», afirmou.O deputado socialista e Presidente da Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão defendeu que o debate deve assentar em informação rigorosa, rejeitando discursos que alimentem a desconfiança no sistema público ou apresentem a perda de direitos como uma inevitabilidade.«Os jovens precisam de confiar que as contribuições que fazem hoje lhes garantem protecção no presente e uma pensão no futuro. Essa confiança exige responsabilidade política, emprego com direitos e salários dignos. Não se constrói lançando suspeitas permanentes sobre a Segurança Social», sublinhou.Na sua intervenção, Tiago Barbosa Ribeiro destacou a ligação entre a qualidade do emprego e o financiamento da protecção social, defendendo que a valorização salarial, o combate à precariedade e ao trabalho não declarado são também condições essenciais para reforçar o sistema.«Uma economia que paga melhor e respeita quem trabalha é também uma economia que contribui mais para a Segurança Social. Por isso, defender a sua sustentabilidade implica olhar para o emprego, para os salários e para a forma como é distribuída a riqueza que o país produz», sustentou.O encontro permitiu ainda uma troca de perguntas e perspectivas com os participantes, num debate sobre as escolhas políticas necessárias para assegurar uma protecção social sólida e preservar a solidariedade entre gerações.Tiago Barbosa Ribeiro valorizou a iniciativa do PS Gondomar e o papel das estruturas locais na promoção destes espaços de participação. «O PS tem de estar junto das pessoas, ouvir as suas dúvidas e discutir com clareza as soluções que defende. É através deste contacto que reforçamos a nossa ligação à sociedade e a capacidade de construir respostas para o país», concluiu.Mais fotografias nesta ligação.
    O valor da incoerência do Governo (artigo)
    05 out 2026
    Na semana passada, o Partido Socialista levou ao Parlamento propostas para aliviar a factura que os portugueses estão a pagar com o aumento do custo de vida. Depois de ter promovido um debate de urgência sobre o tema, o PS apresentou recomendações que permitiam ao Governo actuar de imediato, no quadro das disponibilidades orçamentais existentes. Foram chumbadas com os votos contra do PSD e do CDS-PP e as abstenções do Chega, da IL e do PAN. O discurso oficial repete o mesmo perante qualquer proposta de alívio imediato dos sobrecustos que famílias e empresas estão a sofrer: não há margem orçamental e é preciso aguardar pelo Orçamento do Estado para 2027. Infelizmente, a inflação nos bens essenciais não espera pelo calendário do Governo. A alimentação, a energia e a habitação pesam hoje nos orçamentos familiares. É hoje que exigem uma resposta. Enquanto o Primeiro-Ministro gere o tempo político dessa resposta, há duas questões a que não pode fugir. A primeira é a forma como utilizou a enorme margem orçamental que recebeu. O PS deixou contas públicas com excedente, mesmo depois de ter apoiado famílias e empresas durante a pandemia e a anterior crise inflacionista. Este Governo tem de responder pelas escolhas que fez nos últimos dois anos e meio, pela sua sustentabilidade e pelas restrições que agora invoca para adiar novas medidas.A segunda questão é a ordem das suas prioridades. Ao mesmo tempo que anuncia limitações para responder ao aumento do custo de vida, o Governo mobilizou cerca de 390 milhões de euros para comprar 13,7% do capital da REN. É verdade que a compra de acções e os apoios às famílias têm tratamentos contabilísticos diferentes, sendo que uma operação financeira desta natureza não afecta directamente o saldo orçamental como uma redução de impostos ou um apoio público. Mas essa diferença não dispensa o Governo de explicar as suas escolhas: que recursos mobiliza, para que objectivos e com que urgência. Doze anos depois de um Governo do PSD e do CDS-PP ter vendido os últimos 11% da participação do Estado na REN por cerca de 157 milhões de euros, um Governo da mesma família política paga cerca de 390 milhões para regressar ao capital da empresa. O tempo decorrido e a diferença entre as participações impedem uma comparação financeira simplista, mas não dispensam a pergunta sobre o que mudou na visão do PSD e do CDS-PP em relação à presença do Estado numa infra-estrutura estratégica. A aquisição foi realizada através de uma negociação directa com a Pontegadea, a sociedade de investimentos de Amancio Ortega, fundador da Zara. Segundo o próprio Governo, foi pago um prémio de 15% sobre a cotação média das acções nos seis meses anteriores. Porém, as justificações apresentadas deixam questões essenciais por responder. O Governo invoca a reduzida liquidez dos títulos para justificar a negociação privada: que alternativas foram avaliadas e por que razão foi esta considerada a mais vantajosa para o Estado? Que influência concreta permitirá exercer esta participação minoritária? Que resultados pretende alcançar e como avaliará o sucesso da operação? E quanto custará atingir o objectivo anunciado de deter até 20% da REN? Invocar a importância estratégica das redes energéticas exige explicar a estratégia, os seus custos e os resultados pelos quais o Governo aceita ser responsabilizado. O Governo mobilizou cerca de 390 milhões de euros para regressar ao capital da REN e deve responder pelo preço, pelos objectivos e pelos resultados dessa decisão. Com a mesma exigência, deve responder pelo adiamento de novas medidas para aliviar o custo de vida e à urgência de quem paga mais pela alimentação, pela energia e pela habitação. Luís Montenegro escolheu avançar numa frente e não na outra. É também por essa escolha que será avaliado. O Governo pode gerir o seu calendário, mas as famílias não podem adiar as suas contas. Artigo publicado no jornal Público
    Associação dos Comerciantes do Porto na Assembleia da República
    29 set 2026
    Tiago Barbosa Ribeiro recebeu, na Assembleia da República, a Associação dos Comerciantes do Porto, liderada por Rubens Carvalho, numa audiência dedicada aos desafios do comércio de proximidade e da economia urbana. O encontro contou também com a participação dos deputados do PS Davide Amado, Patrícia Pinto Ribeiro e Ricardo Lima.Durante a reunião, foram abordadas a estabilidade do arrendamento comercial, a protecção das Lojas com História e a revisão do Licenciamento Zero em zonas de maior pressão urbana. A garantia de atendimento em língua portuguesa, acompanhada de medidas de formação e integração dos trabalhadores, foi outro dos temas em discussão.O encontro destacou a importância do comércio de proximidade para a criação de emprego, a vitalidade das ruas e a preservação da identidade das cidades. Neste contexto, foram salientadas a necessidade de previsibilidade para quem investe, a disponibilidade de instrumentos que permitam às autarquias assegurar o equilíbrio urbano e a protecção dos direitos dos consumidores.Tiago Barbosa Ribeiro agradeceu os contributos apresentados pela Associação e a disponibilidade para colaborar no trabalho parlamentar, sublinhando que proteger o comércio é também cuidar das cidades e de quem nelas vive e trabalha.
    Tiago Barbosa Ribeiro defende reforço do PS na rentrée de Amarante
    27 set 2026
    Tiago Barbosa Ribeiro participou como orador na rentrée política do PS Amarante. A iniciativa marcou o regresso à actividade política após o Verão, num momento de reencontro, debate e mobilização dos socialistas.Na sua intervenção, o deputado do PS eleito pelo círculo do Porto apelou ao reforço do Partido Socialista enquanto força de referência na defesa dos serviços públicos, na valorização do trabalho e no combate às desigualdades. Sublinhou que esse caminho exige um partido presente no território, capaz de ouvir as preocupações das pessoas e de lhes dar respostas concretas.Tiago Barbosa Ribeiro destacou o papel das estruturas locais do PS, das concelhias às secções, enquanto espaços de participação, debate e construção de propostas. Defendeu que a força do partido se constrói também no trabalho quotidiano dos militantes, na abertura à sociedade e na capacidade de envolver novas pessoas na acção política.O deputado valorizou igualmente o contributo dos autarcas socialistas, pela proximidade às populações e pelo conhecimento dos problemas de cada território. Nos municípios e nas freguesias, tanto no exercício de responsabilidades executivas como na oposição, os eleitos do PS têm um papel essencial na defesa do interesse público, na apresentação de alternativas e na melhoria das condições de vida das comunidades.A intervenção deixou ainda um apelo à coesão e à mobilização dos socialistas, com respeito pela pluralidade interna e valorização do contributo de cada militante. O reforço do PS, salientou, depende da capacidade de transformar essa participação numa acção política consistente, com propostas claras e uma presença regular junto das pessoas.O encontro promovido pelo PS Amarante constituiu uma oportunidade para reafirmar esse compromisso e debater o futuro do concelho, valorizando o trabalho das estruturas e dos eleitos locais na construção de um projecto de desenvolvimento com mais oportunidades e justiça social.
    Balanço da primeira sessão legislativa 2025/2026
    25 set 2026
    A Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão, presidida por Tiago Barbosa Ribeiro, realizou 66 reuniões, 44 audições e 22 audiências durante a primeira sessão legislativa. No mesmo período, apreciou 127 projectos de lei, 12 propostas de lei, 57 projectos de resolução e 36 petições.O balanço traduz uma actividade parlamentar intensa em áreas com impacto directo na vida das pessoas, dos salários e condições de trabalho às pensões, à protecção social e à inclusão.Entre os principais dossiers esteve a proposta de revisão da legislação laboral, que mobilizou meses de trabalho da Comissão até ao seu chumbo na generalidade. Merece também destaque a iniciativa legislativa de cidadãos sobre o alargamento da licença parental inicial, cuja apreciação na especialidade continua em curso.«Por trás de cada número estão temas que entram todos os dias na vida das pessoas. A iniciativa sobre o alargamento da licença parental é também a prova de que o Parlamento acolhe a participação cidadã», sublinha Tiago Barbosa Ribeiro.O Presidente da Comissão agradece o contributo dos deputados de todos os grupos parlamentares, da equipa de apoio à Comissão, dos serviços da Assembleia da República e das entidades e cidadãos ouvidos ao longo da sessão legislativa.Num contexto de grande polarização, Tiago Barbosa Ribeiro destaca a possibilidade de manter a elevação e o diálogo no trabalho parlamentar. «Procurei contribuir para isso com rigor, isenção e proximidade a todos os deputados, em particular aos coordenadores dos grupos parlamentares e representantes únicos», afirma.A nova sessão legislativa, já em curso, será encarada «com a mesma exigência e dedicação», assegura.
    José Gomes Ferreira analisa artigo de Tiago Barbosa Ribeiro
    11 set 2026
    José Gomes Ferreira analisou na SIC o artigo que Tiago Barbosa Ribeiro publicou com críticas ao relatório sobre a sustentabilidade da Segurança Social, subscrevendo a posição que é manifestada.O vídeo pode ser visto de seguida.
    Artigo a propósito do relatório sobre a sustentabilidade da Segurança Social
    08 set 2026
    Tiago Barbosa Ribeiro escreveu no Público um artigo em que apresenta várias razões para contrariar as teses do relatório do grupo de trabalho para a Sustentabilidade da Segurança Social. O artigo, que se publica na íntegra de seguida, foi objecto de análise por parte de José Gomes Ferreira na SIC. Este vídeo pode ser visto nesta ligação. (In)sustentabilidade da Segurança Social: cinco razões para duvidar de um estudo O relatório encomendado pelo Governo sobre a sustentabilidade da Segurança Social, elaborado por uma equipa com um conhecido viés ideológico contra o modelo que vigora em Portugal, chegou ao espaço público a meio de Agosto. Horas depois, o Governo que o encomendou, que fixou o caderno de encargos e que escolheu quem o executou, veio dizer que as conclusões são da exclusiva responsabilidade dos autores. Não são. Porque este estudo não pretende mudanças legislativas imediatas: pretende intoxicar a opinião pública. Faz parte de uma estratégia. Deixo por isso cinco razões para contestar o que foi apresentado.1) O défice foi artificialmente fabricado. O estudo junta as contas do sistema previdencial da Segurança Social com as da Caixa Geral de Aposentações e chama-lhe um défice do sistema de pensões. Não é. A CGA é o regime das pensões dos funcionários públicos mais antigos, encerrado a novas inscrições desde o final de 2005, por decisão de um Governo do PS que acabou com a existência de dois regimes e passou a inscrever todos os novos funcionários públicos na Segurança Social.É desse encerramento, que eliminou disparidades, que resulta o suposto desequilíbrio. Os funcionários públicos admitidos a partir de 2006 passaram a descontar para a Segurança Social, enquanto as pensões dos antigos continuaram a sair da CGA. A receita foi para um lado e a despesa ficou no outro. O próprio relatório reconhece que o autofinanciamento da CGA caiu para 35,6% em 2025, quando teria rondado os 66% se os novos subscritores tivessem continuado a entrar. Um regime fechado, sem contribuintes novos, é naturalmente deficitário. Não se trata de descontrolo, mas da estrutura desta operação de convergência, orçamentada ano a ano e com um horizonte de extinção conhecido.Há ainda uma razão mais antiga, e vale a pena recordá-la. Ao contrário de qualquer empresa privada, que paga 23,75% sobre as remunerações no regime geral, o Estado nunca entregou à CGA uma contribuição patronal equivalente. O que hoje sai do Orçamento é o Estado a pagar tarde aquilo que, enquanto empregador, nunca pagou a horas.2) O estudo desmente-se a si próprio. Para sustentar que os excedentes são uma suposta ilusão, os autores constroem um saldo ajustado, retirando ao sistema previdencial tudo o que consideram artificial. É o teste mais exigente que escolheram aplicar. O resultado é um excedente de 1.572,4 milhões de euros em 2025, positivo desde 2022 e em trajectória ascendente. E no final de 2025 o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social tinha 41.947 milhões de euros, a maior almofada alguma vez construída, alimentada precisamente pelos excedentes que agora se pretende declarar ilusórios. Um sistema falido não acumula reservas durante uma década. 3) Não quantifica as alternativas. O relatório é minucioso a projectar a hipotética degradação futura, prevendo que a taxa de substituição de uma carreira completa desça de 68,3% em 2025 para 58,0% em 2065. Mas não apresenta as contas do que essas pensões seriam no modelo de contas individuais. De resto, o retrato de partida também não deve ser aceite sem discussão. Segundo a OCDE, na edição de Novembro de 2025 do «Pensions at a Glance», um trabalhador português com salário médio e carreira completa que entre hoje no mercado de trabalho terá uma pensão equivalente a mais de 90% do salário líquido, contra uma média de 63,2% no conjunto dos países da organização.4) Nenhum produto financeiro oferece o mesmo que a Segurança Social. Vende-se aos mais novos a ideia de que a TSU é um imposto perdido. Não é. É o preço de um direito que cobre doença, desemprego, parentalidade, invalidez, morte e velhice, com garantia pública e sem risco de mercado. Quem descontou dois anos e adoece está protegido. Com dois anos de saldo numa conta individual, por exemplo, não está. Por outro lado, já é possível fazer descontos complementares para a reforma com produtos existentes no mercado. Se a adesão é baixa, não é por falta de oferta, é por falta de rendimento disponível. Só poupa quem ganha acima do que precisa para viver, e é por isso que estes modelos funcionam bem para os salários altos e mal para todos os outros.5) O alarme é selectivo. O estudo sustenta que a melhoria das contas se explica, essencialmente, pelo aumento do emprego e, em particular, da população imigrante jovem. Ou seja, o relatório encomendado por este Governo reconhece o importante papel da imigração na Segurança Social, enquanto o mesmo Governo aperta as regras de entrada, de nacionalidade e de reagrupamento familiar. O que vale para um lado, não vale para o outro.Por tudo isto e muito mais, fica a pergunta que o relatório não faz. Se o sistema contributivo tem excedente, se a reserva bate máximos e se as pensões portuguesas estão entre as que melhor substituem o salário na OCDE, porquê tanta urgência em mudar tudo? A resposta não está na aritmética, está numa transferência ideológica: do colectivo para o individual, do direito para o produto, do risco partilhado para o risco de cada um. A Segurança Social pública, universal e garantista demorou décadas a construir-se. Pode destruir-se em pouco mais de uma legislatura. Artigo publicado no jornal «Público» e disponível na sua versão impressa na área de «Imprensa».
    Debate na RTPN
    31 jul 2026
    Participação de Tiago Barbosa Ribeiro no programa «Jogo Político», da RTPN. A exposição de dados pessoais de altas figuras do Estado na Internet, incluindo o Presidente da República, o Primeiro-Ministro e membros do Governo, juízes e até do presidente das secretas, é denunciada como uma situação que pode pôr em causa a segurança nacional. Em debate estiveram também a crise migratória em Ceuta e a situação do Ministro da Administração Interna.
    Estado da Nação: um ano de recuos e falhanços (artigo)
    16 jul 2026
    O debate do Estado da Nação é, por tradição, um momento de balanço. O país pára para avaliar o caminho percorrido ao longo do último ano e o que falta percorrer. E qual é o balanço que podemos fazer? Área a área, os dados mostram um Governo que anuncia mais do que resolve e que deixa atrás de si mais problemas do que soluções. Comecemos pela mais recente. Milhares de famílias vivem dias de angústia por causa do processo de correcção digital dos exames nacionais, implementado pela primeira vez este ano e marcado por gravíssimas falhas desde o início. É a educação dos jovens portugueses a pagar o preço de uma decisão mal preparada e de um Ministro que cortou nos recursos dos serviços do Ministério da Educação – chamou-lhe «reforma» - com os brilhantes resultados que estão à vista. Na habitação, os números não deixam margem para equívocos: os preços das casas subiram quase 17% em 2025, o maior aumento da União Europeia, e continuam a bater recordes em 2026. As rendas sobem de forma sistemática e o acesso à habitação é virtualmente inacessível para a esmagadora maioria. A revogação do pacote «Mais Habitação», lançado pelo PS, e as medidas entretanto aprovadas pelo Governo PSD/CDS, apenas tiveram como resultado o aumento contínuo dos preços e o agravamento das dificuldades na compra e no arrendamento. Na saúde, os números demonstram a contínua degradação do SNS. O Governo interrompeu uma reforma que estava em curso e empurrou para a demissão uma Direcção Executiva unanimemente competente e conhecedora. Como resultado, os indicadores pioraram todos. Segundo dados da própria Administração Central do Sistema de Saúde, 2025 fechou com menos cirurgias realizadas do que em 2024, a primeira quebra desde a pandemia, com menos consultas nos centros de saúde e menos partos. Muitos destes partos aconteceram em ambulâncias. Ao mesmo tempo, a lista de inscritos para cirurgia subiu para perto de 268 mil pessoas, das quais quase um terço já ultrapassava os tempos máximos de resposta garantidos, um agravamento face ao ano anterior. Mais de um milhão de utentes esperam por uma consulta hospitalar. E os hospitais do SNS fecharam o ano com um prejuízo de 2,7 mil milhões de euros e uma dívida de 1,4 mil milhões, mais quase 11% do que em 2024. Tudo isto apesar de mais profissionais e mais recursos financeiros no sistema. Na economia, temos graves sinais de alerta. O Banco de Portugal e a Comissão Europeia apontam para o regresso do défice orçamental já em 2026, depois dos excedentes dos últimos anos com o PS. O PRR arrasta-se. E Portugal perdeu quota de mercado em mais de metade dos destinos para onde exporta, com Bruxelas a admitir que essa perda de competitividade se pode prolongar até 2027. Na legislação laboral, o Governo acabou com a paz social e perdeu um ano em torno de uma contra-reforma que acabou chumbada no Parlamento. Um ano perdido a discutir o retrocesso nos despedimentos, no outsourcing e nos vínculos precários, sem que o país tenha avançado uma vírgula em matérias decisivas para o futuro, como a regulação da inteligência artificial no mundo do trabalho ou a valorização efectiva dos salários. Enquanto o Governo se entretinha a negociar com o Chega até à última hora, Portugal ficou parado numa agenda que devia estar a preparar o país para os novos desafios da economia digital. A tudo isto soma-se o enorme aumento do custo de vida, que continua a pesar no orçamento das famílias, entre rendas, energia e bens essenciais, sem que os rendimentos acompanhem esse ritmo nem que o Governo apresente medidas de mitigação. Este Governo, por incompetência e por opções próprias, está a falhar em áreas decisivas para os portugueses e para o futuro do país. O tempo está a contar. O país precisa de um Governo que resolva problemas, não que os crie ou que os agrave.Artigo publicado no Jornal de Notícias
    Intervenção no XXII Congresso Federativo do Porto
    09 jul 2026
    Intervenção de Tiago Barbosa Ribeiro no XXII Congresso da Federação Distrital do Porto do PS, que reuniu centenas de delegados no passado fim-de-semana em Vila do Conde. Parabéns ao Nuno Araújo, que tem feito um extraordinário trabalho e foi, com toda a justiça, reeleito para mais um mandato. Uma felicitação também ao João Torres, que presidiu à Comissão Organizadora de um grande Congresso e, claro, ao nosso anfitrião e bastião eleitoral, o Vitor Costa. A força do distrito do Porto será a alavanca de um novo ciclo de desenvolvimento e progresso liderado pelo PS.
    Conferência Internacional no Porto
    22 jun 2026
    Tiago Barbosa Ribeiro foi um dos convidados a participar na conferência internacional «A Europa Social é o nosso objectivo», organizada pela Fundação ResPublica em parceria com a FEPS (Foundation for European Progressive Studies), FES Portugal, Solidar e Proforum.Cinco anos depois da Cimeira Social do Porto, voltámos a colocar a Europa Social no centro da conversa: novos objectivos para o Pilar Europeu dos Direitos Sociais, coesão territorial e o combate às desigualdades que continuam a marcar a Europa.Foi um privilégio partilhar este evento com decisores políticos e especialistas europeus, e sair de lá com uma certeza reforçada: a competitividade não pode substituir os direitos sociais. São complementares, não opostos.
    José Luís Carneiro e Tiago Barbosa Ribeiro na Escola Secundária Alexandre Herculano
    25 mai 2026
    O Secretário-Geral do PS, José Luís Carneiro, e o Presidente da Concelhia do Porto do PS e deputado à Assembleia da República, Tiago Barbosa Ribeiro, visitaram a Escola Secundária Alexandre Herculano, no Porto, dando continuidade ao contacto próximo com os estabelecimentos de ensino e as comunidades educativas. A visita permitiu conversar com alunos e professores, ouvir as suas preocupações e expectativas e responder a questões sobre a educação e o futuro dos jovens. Um encontro que valorizou o diálogo e a participação dos estudantes, reconhecendo a importância de terem uma voz activa nas decisões que afectam o seu percurso escolar e as suas oportunidades. «A escola pública é uma das maiores conquistas da nossa democracia. É nela que temos de garantir que cada criança e cada jovem pode desenvolver as suas capacidades e construir o seu futuro, independentemente da condição económica da sua família», sublinhou Tiago Barbosa Ribeiro. Para o dirigente socialista, o contacto com a realidade quotidiana das escolas é indispensável à intervenção política. «Ouvir os alunos e os professores permite-nos compreender melhor os problemas, reconhecer o trabalho que é feito e identificar o que precisa de mudar. As respostas para a educação têm de ser construídas com quem vive a escola todos os dias», afirmou. A presença na Escola Secundária Alexandre Herculano constituiu também uma oportunidade para valorizar o papel dos professores e das comunidades educativas na promoção do conhecimento, da igualdade de oportunidades e da cidadania democrática. A defesa de uma escola pública de qualidade exige um compromisso continuado com as condições de ensino e aprendizagem, a valorização dos seus profissionais e o apoio aos alunos ao longo do seu percurso. «Uma educação pública de excelência precisa de investimento, de estabilidade e de profissionais valorizados. E precisa de assegurar que nenhum aluno fica para trás por falta de apoio ou de recursos. Esse é um compromisso fundamental do Partido Socialista», acrescentou Tiago Barbosa Ribeiro. Numa cidade marcada por desigualdades sociais e por desafios que se reflectem também na vida escolar, a escola pública assume uma responsabilidade decisiva na abertura de oportunidades e na construção de uma sociedade mais justa. A proximidade entre os representantes políticos e a comunidade escolar contribui, por sua vez, para uma participação mais informada e para aproximar os jovens da vida democrática. «Queremos que os jovens sintam que a sua voz conta. As suas dúvidas, as suas ideias e as suas ambições têm de encontrar espaço no debate público. A política tem a responsabilidade de os ouvir e de trabalhar para que possam concretizar os seus projectos de vida», concluiu. A visita reafirmou a importância de manter um diálogo regular com as escolas, fazendo da escuta e da participação da comunidade educativa uma base para o reforço de uma educação pública mais forte, inclusiva e preparada para os desafios do futuro.Mais fotografias nesta ligação.
    Rota pelo Ensino e Formação Profissional no distrito do Porto
    18 mai 2026
    No âmbito da Rota pelo Ensino e Formação Profissional, o Secretário-geral do Partido Socialista, com a presença de deputados do PS eleitos pelo círculo do Porto, visitaram vários estabelecimentos de ensino e centros de formação no distrito do Porto.Este roteiro tem como objectivo sinalizar a prioridade que o Partido Socialista atribui ao ensino profissional e à empregabilidade dos jovens. A iniciativa integra um conjunto mais alargado de deslocações que inclui também instituições noutros distritos, envolvendo centros de formação e escolas profissionais.Ao longo das visitas, os deputados ouviram jovens e formadores, identificaram necessidades e recolheram contributos que ajudam à construção de um programa político para o sector. Mais informações nesta ligação.
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    Com a Constituição, sempre
    25 out 2026
    Presente nas ruas do Porto, com a Constituição na mão, ao lado de milhares de outros portuenses, em defesa do direito à manifestação e da liberdade de todos os portugueses. Um Governo fraco...
    Dragões de Ouro
    08 out 2026
    Dragões de Ouro 2026. Uma noite de reunião da família portista, de memória, de celebração e de muita vontade de continuar a vencer. Que esta época traga novas conquistas. Parabéns a todos os...
    Ao eterno Jorge Palma
    22 set 2026
    É muito dolorosa a notícia da morte do Jorge Palma.Genial compositor, poeta e músico de excepção, escreveu e deu voz a algumas das mais belas canções portuguesas.A arte do Jorge Palma...
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    15 set 2026
    Há 47 anos, por iniciativa do PS, Portugal deu um dos maiores passos da sua história democrática: a saúde passou a ser um direito de todos e não um privilégio de quem a podia pagar.O Serviço...
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    XXII Congresso da Federação Distrital do Porto do Partido Socialista
    06 jul 2026
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    14 mai 2026
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    Artigo sobre o Sector Social
    29 abr 2026
    Artigo na revista da UDIPSS - União Distrital das Instituições Particulares de Solidariedade Social de Lisboa, a quem agradeço o convite e o trabalho...