• Interpelação sobre o combate à crise

    «Esta crise transformou muitos liberais em socialistas», afirmou Tiago Barbosa Ribeiro no Plenário da Assembleia da República.

     

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  • Dez notas para pensar o futuro

    Artigo de Tiago Barbosa Ribeiro sobre o mundo após a pandemia. 

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  • Proteger famílias e trabalhadores

    Tiago Barbosa Ribeiro defendeu na Assembleia da República as medidas para proteger os trabalhadores e as famílias.

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  • Entrevista

    Extensa entrevista sobre diferentes temas da actualidade política que pode ser lida, na íntegra, na área de Notícias.

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    Este site pretende ser uma plataforma de transparência e de escrutínio do trabalho parlamentar, mas também de abertura e de proximidade com todos os cidadãos, possibilitando o acompanhamento dinâmico das principais actividades e funções exercidas por Tiago Barbosa Ribeiro na Assembleia da República, incluindo notícias, clipping, vídeos e outros elementos. 

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    Homens parlamentares contra a violência doméstica
    03 Dez 2020
    Na data em que se assinala o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, as Mulheres Socialistas (MS – ID) deram a palavra aos deputados do PS, na sequência do papel que a Convenção de Istambul atribui aos parlamentares na prevenção e combate à violência contra as mulheres e à violência doméstica. Tiago Barbosa Ribeiro foi um deputados convidados a aderir à iniciativa.   A violência doméstica, que se exerce esmagadoramente contra as mulheres, é uma violência primitiva, cobarde e abjeta. Inúmeras mulheres continuam a ser violentadas física e psicologicamente ano após ano, com dezenas a morrerem às mãos dos seus companheiros, namorados, maridos, pais dos filhos. Pessoas em quem, num determinado momento, depositaram cumplicidade e confiança. Este flagelo tem de acabar e temos de mobilizar todos os poderes públicos para dar continuidade ao caminho que percorremos, em particular desde que consagramos a violência doméstica como crime público. Esta brutalidade não olha a classes sociais, a rendimentos nem a profissões, sendo transversal a toda a sociedade. No Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, junto a minha voz à de todos os que não se calam no combate a esta vergonha. Tiago Barbosa RibeiroDeputado à Assembleia da República      
    Artigo sobre relações entre o PS e o PCP
    28 Nov 2020
    A última edição revista Visão publica uma peça sobre as relações entre o PS e o PCP (versão completa pode ser consultada na área da imprensa). Segue-se uma passagem com os comentários de Tiago Barbosa Ribeiro a propósito de uma estrada que ainda tem muito para andar.    
    Intervenções no âmbito do debate do OE2021
    26 Nov 2020
    Tiago Barbosa Ribeiro teve várias intervenções no âmbito do debate do Orçamento do Estado para 2021, para além da participação nas negociações com outros partidos à esquerda e na apresentação de propostas de alteração do próprio grupo parlamentar do PS, como é o caso do layoff pago a 100%. Estas intervenções começaram na especialidade (ver aqui e aqui) e tiveram continuidade no debate da generalidade, ficando aqui os principais momentos.                           Notícias no âmbito das intervenções   Orçamento que "não dá nem um passo atrás" nas leis laborais tem de ser aprovado http://www.ps.parlamento.pt/noticias/orcamento-que-nao-da-nem-um-passo-atras-nas-leis-laborais-tem-de-ser-aprovado http://www.accaosocialista.pt/?edicao=1322#/1322/orcamento-que-nao-da-nem-um-passo-atras-nas-leis-laborais-tem-de-ser-aprovado   PS não prevê reduzir TSU mas avisa: "Para aumentar salário mínimo, é preciso OE aprovado" https://www.tsf.pt/portugal/economia/ps-nao-preve-reduzir-tsu-mas-avisa-para-aumentar-salario-minimo-e-preciso-oe-aprovado-13064953.html   OE2021: Reforço na saúde, aumento das pensões e lei laboral marcam arranque de debate https://visao.sapo.pt/atualidade/politica/2020-11-20-oe2021-reforco-na-saude-aumento-das-pensoes-e-lei-laboral-marcam-arranque-de-debate/ https://www.jn.pt/nacional/reforco-na-saude-aumento-das-pensoes-e-lei-laboral-no-arranque-do-debate-do-oe2021--13057301.html https://www.dnoticias.pt/2020/11/20/239720-reforco-na-saude-aumento-das-pensoes-e-lei-laboral-marcam-arranque-de-debate-sobre-o-orcamento/#   Direita aproveita a crise da pandemia para lançar portugueses contra portugueses https://porto.ps.pt/direita-aproveita-a-crise-da-pandemia-para-lancar-portugueses-contra-portugueses/?fbclid=IwAR1gf6dbt3ZU3ErB__pGzw-Uk50GCatlTuI91dL1evTCShNfs7_XE9-qQz0   PS aproxima-se do PCP no layoff, mas desfecho do OE continua em aberto  https://www.publico.pt/2020/11/23/politica/noticia/ps-aproximase-pcp-layoff-desfecho-oe-continua-aberto-1940370   PSD e a direita só sabem reagir à crise com austeridade https://porto.ps.pt/psd-e-direita-so-sabem-reagir-a-crise-com-austeridade/   Ministra do Trabalho quer olhar em frente e PS não queima "nenhuma ponte" https://www.noticiasaominuto.com/politica/1615053/ministra-do-trabalho-quer-olhar-em-frente-e-ps-nao-queima-nenhuma-ponte   OE2021. "Não se compreende que não estejamos todos juntos a construir" http://www.noticiasaominuto.com/politica/1613612/oe2021-nao-se-compreende-que-nao-estejamos-todos-juntos-a-construir   OE2021. Fundo da Segurança Social daria para pagar prestações por 20 meses https://sicnoticias.pt/especiais/orcamento-de-estado/2020-10-26-OE2021.-Fundo-da-Seguranca-Social-daria-para-pagar-prestacoes-por-20-meses   OE2021: 'Almofada' financeira da Segurança Social daria para pagar prestações por 20 meses https://visao.sapo.pt/atualidade/economia/2020-10-26-oe2021-almofada-financeira-da-seguranca-social-daria-para-pagar-prestacoes-por-20-meses/ https://www.jn.pt/economia/almofada-financeira-da-seguranca-social-daria-para-20-meses-12965684.html   Notícias na imprensa Todas as notícias podem ser consultadas no site nesta área.  
    Apoio à candidatura presidencial de Ana Gomes
    08 Nov 2020
    Posição de Tiago Barbosa Ribeiro sobre as eleições presidenciais:     Os órgãos do PS deliberaram ontem sobre as eleições presidenciais, não fechando nenhuma orientação de voto e respeitando a liberdade dos nossos militantes e dirigentes apoiarem quem entenderem no campo das candidaturas constitucionais.   O meu voto vai para Ana Gomes.   Em democracia, as eleições tratam de política e não de personalidades. Questões como a defesa do Estado Social, do Serviço Nacional de Saúde, da Escola Pública, da Regionalização, dos direitos sociais e laborais, da relação entre instituições, da defesa de uma Europa liderante num mundo multipolar, entre outras, traduzem alinhamentos nos princípios e diferenças que não se anulam (nem devem anular) entre esquerda e direita. Para mais num contexto de crise social e económica em que o próximo Presidente da República vai exercer o seu mandato.   Ana Gomes, militante do Partido Socialista, já ocupou os mais elevados cargos em representação do nosso partido. Foi eurodeputada durante vários mandatos, membro do Secretariado Nacional, candidata autárquica, entre outros. Notabilizou-se ainda antes disso como diplomata em Jacarta durante o difícil e violento processo de emancipação de Timor-Leste, tendo dado um contributo decisivo para a independência e a paz.   No Parlamento Europeu, a defesa dos direitos humanos foi uma das causas que abraçou com maior determinação e visibilidade, granjeando o respeito dos seus pares. Mais recentemente, de forma mais vocal, o combate à corrupção fê-la ter razão antes do tempo em relação ao que se passava em Angola quando muitos preferiam ignorar. Tem, de resto, um passado de coragem e de militância política ainda antes do 25 de Abril no activismo estudantil, sempre pelos valores da tolerância, da liberdade e da defesa dos que menos têm.   Nem sempre teve razão, como acontece a todos, mas teve-a nos momentos fundamentais de um já longo percurso e projecta valores alinhados com o campo da esquerda plural.   Respeitando todas as opções dos meus camaradas, estas são algumas das razões que me levam a apoiar Ana Gomes e a votar na sua candidatura nas próximas eleições presidenciais.     Notícia Jornal de Notícias Notícia Expresso Notícia Observador
    PSD e direita só sabem reagir à crise com austeridade (vídeo)
    28 Out 2020
    No debate na generalidade do Orçamento de Estado para 2021, o PS defendeu que a proposta Governo é de um Orçamento de Estado de resposta à crise pandémica, de reforço do Estado Social, de estímulo às empresas, de aumento do investimento público, de valorização dos rendimentos, de fortalecimento do SNS e de apoio social a quem mais precisa. «O PSD e a direita só sabem reagir à crise com austeridade» e com «aumento de impostos» afirmou Tiago Barbosa Ribeiro no debate na generalidade do Orçamento de Estado para 2021, que continua esta quarta-feira no Parlamento. O coordenador dos deputados socialistas nas áreas do Trabalho e Segurança Social afirmou que o PS «compreende politicamente o voto contra do PSD e da direita porque o Orçamento do Estado se posiciona à esquerda». Tiago Barbosa Ribeiro notou que «o PSD desistiu porque tem vergonha de dizer ao País porque está contra este orçamento», que aumenta o Salário Mínimo Nacional e as pensões sociais, reforça as políticas sociais e o Serviço Nacional de Saúde e valoriza a escola pública. Dirigindo-se à bancada social-democrata, Tiago Barbosa Ribeiro declarou que se os partidos da direita «continuarem a errar como como erraram ao longo dos últimos anos, o país pode estar confiante no rumo escolhido porque o sucesso da nossa governação tem sido a medida do vosso falhanço enquanto oposição». «Este é um orçamento à esquerda e nós temos muito orgulho nisso», congratulou-se o deputado do Grupo Parlamentar do Partido Socialista, dizendo que a proposta do Governo vai mais além e aprofunda «o caminho firmado desde 2015» face às consequências da crise pandémica. Segundo Tiago Barbosa Ribeiro, na área da Segurança Social e do Trabalho, o Orçamento do Estado prevê «22.385 milhões de euros, o que demonstra bem a prioridade que damos ao reforço dos nossos sistemas de protecção social». «Está em causa a convergência em torno de um programa comum de recuperação económica e de combate à crise que não deixa de reforçar os serviços públicos, a protecção social, os rendimentos e os direitos dos trabalhadores», disse Tiago Barbosa Ribeiro.   Intervenção   Resposta ao CDS   RTP      
    OE2021: intervenções na audição na generalidade à Ministra do Trabalho (vídeos)
    26 Out 2020
    «Este é um Orçamento claramente à esquerda. E nesse sentido este é um OE não só de continuidade em relação ao caminho que vimos seguindo, que dá sequência aos compromissos que firmámos ao longo dos últimos anos com PCP, BE, PEV e PAN, mas que aprofunda várias das suas dimensões. (...)   Representa nesta área uma despesa superior a 22 mil e 385 milhões de euros, mostrando bem a prioridade que damos aos nossos sistemas de protecção social num contexto de violenta crise económica e social. Infelizmente, soubemos ontem que nada disto foi suficiente para garantirmos a viabilização por parte do Bloco de Esquerda depois de meses de diálogo. (...)   Compreendemos politicamente o voto contra do PSD e da direita porque este OE posiciona-se à esquerda, e defendemo-lo nesse campo, mas apenas podemos registar com desilusão a posição anunciada pelo BE. (...)   Este é um Orçamento à esquerda do qual o PS não exclui nem se exclui do diálogo com ninguém, em relação ao qual cada partido é naturalmente livre de exercer o seu voto mas também as consequências do seu voto num quadro parlamentar que é do conhecimento de todos, no contexto de uma violenta crise pandémica que exige a todos sentido de união e diálogo. (...)   As marcas distintivas do Orçamento posicionam-no claramente no espírito, no caminho e na identidade do programa político que construímos em conjunto desde 2015.»      Parte 1   Parte 2
    Vídeo: debate sobre políticas de conciliação e tempos de trabalho
    15 Out 2020
    Intervenção esta tarde sobre políticas de conciliação do trabalho com a vida familiar, bancos de horas e adaptabilidade. ❌ Rejeição liminar do projecto da Iniciativa Liberal. Separa-nos um mundo. Os trabalhadores são a parte mais fraca da relação laboral e existe Código do Trabalho precisamente para proteger os trabalhadores. Aí os socialistas não são neutros, não abdicam de uma visão que promova os direitos e a protecção laboral de quem vive do seu trabalho e precisa dele para sobreviver. ➡️ Possibilidade de fazer caminho em relação às propostas dos restantes partidos, mas apenas após o término do trabalho que está a ser feito em sede de Concertação. É esse o rumo que temos percorrido desde 2015 e tem sido com esse espírito que efectuámos alterações que se orientam para a promoção do trabalho digno, justo e mais igualitário.  
    Participação em programas sobre aumento do Salário Mínimo
    03 Out 2020
    Tiago Barbosa Ribeiro participou no «Fórum TSF» e no programa «Antena Aberta» da Antena1 sobre a temática do aumento do Salário Mínimo Nacional. Os programas podem ser integralmente ouvidos nos sites das respectivas rádios.        
    Tiago Barbosa Ribeiro integra Comissão Eventual de Acompanhamento da Resposta à Pandemia
    24 Set 2020
    Tiago Barbosa Ribeiro é um dos deputados do PS que integra como efectivo a Comissão Eventual para o acompanhamento das medidas de recuperação económica e social do país na resposta à pandemia, focando a sua intervenção nas áreas laborais e sociais, mas também na aplicação dos fundos no distrito do Porto.  A tomada de posse teve lugar esta tarde na Sala do Senado da Assembleia da República, contando com a presença do Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues. Esta Comissão Eventual vai trabalhar um dos temas centrais na nossa vida política e social durante os próximos anos. Teremos milhares de milhões de euros para recuperar o nosso país e temos de os aplicar bem, de forma justa, coesa e tendo em vista a superação de bloqueios estruturais da nossa economia.  Os trabalhos da Comissão Eventual irão sendo noticiados nesta página. 
    Debate sobre o plano de recuperação económica de Portugal (vídeo)
    23 Set 2020
    Intervenção de Tiago Barbosa Ribeiro esta tarde no debate com o Governo sobre o Plano de Recuperação Económica de Portugal, salientando as opções fundamentais em torno da valorização do Estado Social, dos rendimentos e do emprego. 
    Deputados do PS Porto querem resolver situação dos precários da RTP
    17 Set 2020
    Os deputados do Grupo Parlamentar do Partido Socialista (GPPS) eleitos pelo distrito do Porto voltaram a questionar o Governo sobre a regularização do vínculo laboral dos trabalhadores precários da RTP. A pergunta entregue na Assembleia da República é dirigida aos Ministérios da Cultura e das Finanças. Segundo os deputados, «um número significativo de processos continua pendente e necessita de resposta urgente. É o caso de um grupo de 42 trabalhadores, nos quais se incluem 26 trabalhadores do Centro de Produção do Norte da RTP». Há ainda um caso individual, «um outro processo, o qual, por ter sido inicialmente extraviado, não foi incluído neste grupo, e deve, como tal, ser considerado». Os deputados socialistas perguntam se o Ministério das Finanças já homologou a decisão de regularizar estes vínculos precários da RTP, e tendo a homologação sido concluída se já foram notificadas a Comissão de Avaliação Bipartida (CAB) e a empresa pública. Os deputados do GPPS eleitos pelo distrito do Porto acompanham desde o início o processo, que teve origem no Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública (PREVPAP) e que se arrasta desde o final do ano passado, assinalando que, recentemente, mais 39 trabalhadores viram concluída a sua vinculação laboral à RTP. No entanto, afirmam que «é fundamental concluir os processos pendentes». No início do mês de junho, os deputados do PS eleitos pelo distrito do Porto, Tiago Barbosa Ribeiro, Rosário Gambôa, João Paulo Correia e Eduardo Barroco de Melo participaram na vigília dos trabalhadores da RTP junto ao Centro de Produção do Norte, em Vila Nova de Gaia. No final do mês de agosto, Rosário Gambôa e Eduardo Barroco de Melo reuniram com a Comissão de Trabalhadores da RTP na Federação Distrital do Porto do PS. No Parlamento, os deputados têm participado em várias audições sobre o tema.   Links Notícia - Deputados do PS querem saber se Governo já homologou integração dos precários da RTP Pergunta dirigida ao Governo
    Audição sobre surtos nos lares (vídeo)
    16 Set 2020
    Decorreu esta manhã uma longa audição - superior a quatro horas - à Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e à Ministra da Saúde sobre a problemática dos surtos de coronavírus nos lares.  O deputado Tiago Barbosa Ribeiro interveio pelo PS e apresentou de forma detalhada tudo o que o Governo tem estado a fazer para ultrapassar este problema, aprofundando medidas e estatísticas que ajudam a compreender resta realidade. O deputado frisou que o Estado actuou com um «programa integrado de prevenção e minimização» da propagação da Covid-19 e garantiu que «todos os contributos positivos» por parte dos partidos serão bem recebidos porque, disse, «esta não é uma questão partidária, não é uma questão que deva dividir os partidos» Tiago Barbosa Ribeiro sublinhou que os surtos de Covid-19 nos lares de idosos são uma realidade mundial e criticou a diabolização daqueles que dão corpo às instituições, fragilizando o sector social. Dirigindo-se directamente aos partidos de direita que fizeram desta matéria uma questão de combate partidário, Tiago Barbosa Ribeiro afirmou que «não prestam um bom serviço ao país nem aos nossos idosos, porque sabem as condições muito difíceis em que todos, como comunidade, temos estado a trabalhar ao longo destes meses para resolver este problema.», não obstante o anterior Governo PSD/CDS tenha flexilizado as exigências de espaço por idoso, permitindo mais utentes em menos espaço, o que hoje em dia dificulta ainda mais o controlo da propagação dos surtos.  O também coordenador dos deputados socialistas na Comissão de Trabalho e Segurança Social enumerou depois medidas adoptadas pelo Governo para proteger os utentes e funcionários dos lares, que «receberam toda a informação e orientações necessárias para implementarem as medidas de prevenção». Para além de acções de formação, foram disponibilizadas unidades de retaguarda e equipamentos para todos os utentes, procedeu-se à simplificação de abertura de estabelecimentos de apoio social, houve majoração dos apoios das respostas sociais que foram transformadas em serviços de apoio domiciliário, e os centros distritais da segurança social passaram a monitorizar a situação em todos os lares do país com visitas conjuntas com as autoridades de saúde locais e com a Protecção Civil. Tiago Barbosa Ribeiro lembrou que felizmente o número de surtos nos lares tem vindo a diminuir «consistentemente», destacou o programa nacional de rastreio com mais de 117 mil testes preventivos de despistagem da Covid-19 que foram entregues aos funcionários e utentes, bem como o reforço dos equipamentos de proteção individual, tendo sido entregues mais de 1,3 milhões aos lares. «O Governo teve iniciativa política, as autoridades de saúde intervieram», congratulou-se o socialista, que declarou que «todos os contributos positivos – e não ruído político-partidário – serão certamente bem-vindos porque ainda temos muito trabalho pela frente».   Vídeo  
    Pela obrigatoriedade da disciplina de Educação para a Cidadania
    07 Set 2020
    O deputado Tiago Barbosa Ribeiro é uma das primeiras 500 personalidades subscritoras de um manifesto público pela obrigatoriedade da disciplina de Educação para a Cidadania, juntando-se assim a Ana Gomes, Pedro Bacelar de Vasconcelos, Teresa Pizarro Beleza, Daniel Oliveira, Alexandre Quintanilha, Catarina Marcelino, Boaventura Sousa Santos, Carvalho da Silva e Joana Mortágua, entre outros. O documento «Cidadania e desenvolvimento: a cidadania não é uma opção», que tem como primeiro subscritor David Rodrigues, conselheiro do Conselho Nacional de Educação e presidente da Pró-Inclusão — Associação Nacional de Docentes de Educação Especial, surge como resposta a um manifesto de cerca de 100 personalidades do campo conservador que defendem a possibilidade dos alunos recusarem frequentar esta disciplina que ensina valores fundamentais como os direitos humanos, a tolerância, a igualdade de género e a ecologia, entre outras. O texto do manifesto pela manutenção da obrigatoriedade de Educação para a Cidadania alega que a ética não pode ser sujeita a objeção de consciência e critica os que defendem que a disciplina seja opcional, considerando que a disciplina Cidadania e Desenvolvimento deve continuar a fazer parte integrante do currículo. Este manifesto está aberto a subscrição pública e em menos de 5 dias já superou os 8 mil subscritores de todos os quadrantes políticos e sociais do país. 
    Artigo: Responder à crise, preparar o futuro
    08 Ago 2020
    A resposta à crise económica e social provocada pela pandemia tem vindo a ser feita em diversas frentes e todas elas implicam um esforço financeiro muito significativo, em linha com a profundidade do golpe que sofremos: a nossa economia caiu uns impressionantes 16,5% em termos homólogos no segundo trimestre (dados: INE). Perante esta realidade, serão decisivos os 57,9 mil milhões de euros dos fundos europeus que Portugal vai receber durante uma década em diferentes rubricas, incluindo o quadro financeiro plurianual (o que termina este ano e o que se inicia no próximo) e o fundo de recuperação. Porém, enquanto esses montantes não são injectados na economia, e sê-lo-ão numa perspectiva transformadora do nosso padrão produtivo, as medidas já adoptadas têm procurado responder à dimensão do abalo. Não são medidas soltas: percebendo que esta crise será duradora e que não temos como escapar-lhe, respondemos-lhe de forma articulada e observando diferentes etapas. Foi assim que, após uma primeira fase de resposta de emergência à crise, tanto a nível de saúde pública como nas medidas de protecção de trabalhadores, famílias e empresas, entramos numa fase de estabilização social e económica, calibrando as medidas e adaptando-as a uma fase em que a rede de protecção está mais densificada e a economia se reactivou, embora com diversas contingências. Ao longo deste período – em que ainda nos encontramos – vamos trabalhar a fase do relançamento no Orçamento do Estado para 2021. É por isso que assume enorme relevância o Orçamento Suplementar que, após aprovação na Assembleia da República, entrou em vigor no passado dia 23 de Julho. Ele enquadra financeiramente as grandes linhas do Programa de Estabilização Económica e Social (que tem um impacto orçamental de cerca de 4,2 mil milhões de euros), sendo um elo decisivo entre diferentes etapas deste duro trajecto. É a ponte entre a fase de resposta de emergência e a fase de relançamento económico. O Orçamento é importante pelo que contém e pelo que sinaliza. Ele confirma que não vamos responder à crise com austeridade nem com compressão dos rendimentos, porque temos hoje a certeza de que a política orçamental e económica que seguimos desde 2015 – fintando todos os arautos da desgraça – é aquela que melhor serve os interesses do nosso povo e, fazendo-o, garante o crescimento da economia e a sustentabilidade das contas públicas. Se hoje conseguimos responder a esta crise com mais robustez e mais músculo financeiro, tal advém de anos de melhoria das contas públicas que resultaram de uma política de valorização dos rendimentos e de um clima de confiança entre todos os agentes: sem isso, a economia soçobra. O Orçamento Suplementar demonstra também a importância da Segurança Social pública como autêntico cinto de segurança do país, mobilizando centenas de milhões de euros para responder a quem mais precisa. Combatemos a crise reforçando o Estado Social, não diminuindo-o. Desde Março apoiámos 1,3 milhões de portugueses com medidas extraordinárias. Só o lay-off simplificado serviu de almofada protectora a cerca de 849 mil trabalhadores (em 100 mil empresas), mitigando o desemprego que, até ao momento, cresceu muito abaixo da queda do produto. O ajustamento ao orçamento da Segurança Social que decorre dos efeitos da pandemia é superior a 2.572,5 milhões de euros (M€), correspondendo a um acréscimo de despesa de 8,9% face ao orçamento inicial. Estes efeitos resultam da revisão em baixa das contribuições e consequente acréscimo das prestações de desemprego, bem como no financiamento de quase 2.000 M€ de medidas temporárias, incluindo: - PT: apoios ao emprego, em especial para novos desempregados, com um reforço de 106 M€ ao IEFP e mais 35 M€ para formação profissional; - Apoios ao emprego na retoma, com a progressiva convergência da retribuição do trabalhador para 100% do seu salário; - Incentivo financeiro extraordinário à normalização da actividade empresarial; - Programa «Trabalhar no Interior»; - Apoio à contratação em regime de teletrabalho; - Criação do complemento de estabilização para proteger rendimentos; - Protecção de trabalhadores independentes e informais; - Redução do prazo de garantia do subsídio de desemprego, com o período de contribuições exigido a baixar de 360 dias para 180 dias nos últimos dois anos; - Apoio aos Sócios-Gerentes; - PARES 3.0 para alargamento da rede de equipamentos sociais (110 M€); - Alteração do período de referência no RSI; - Reforço do abono de família; - Reforço da Acção Social Escolar; - Prorrogação automática do subsídio social de desemprego até ao fim de 2020 (+ 72 M€); - Alargamento do Programa Alimentar, com duplicação da capacidade do POAPMC (Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas), de 60 mil para 120 mil -beneficiários, e a sua simplificação com programa de vouchers/cartões electrónicos (+ 20 M€); - Aumento dos acordos de cooperação com o Sector Social e Solidário para reforço das respostas sociais às populações mais vulneráveis (+ 12 M€ no 2º semestre); - Programa Nacional Radar Social para acompanhamento de pessoas idosas (+ 21 M€); - Adaptar Social + para capacitação das respostas sociais na prevenção da pandemia, nomeadamente aquisição e instalação de equipamentos de protecção e higienização (10 M€);   Estas são algumas medidas que concretizam o esforço que temos feito para superar os custos sociais e económicos da pandemia. Temos de continuar a reforçar estas medidas e a criar outras em função de necessidades que são prementes. Sabemos que não é possível evitar todos os efeitos nefastos da pandemia e que ainda enfrentaremos meses muito duros. Mas também é inegável que, sem a intervenção do Estado e em particular dos mecanismos da Segurança Social, estaríamos muito pior. É por isso que responder à crise é o primeiro alicerce da construção do futuro. E é assim, unidos, que vamos ultrapassar esta enorme provação e devolver ao país um caminho de retoma e confiança.    Artigo publicado no jornal «Público»
    Deputados do PS defendem reposição da legalidade democrática na Bolívia
    03 Ago 2020
    A reposição da democracia no Estado Plurinacional da Bolívia, no seguimento do afastamento de Evo Morales sem que tenham sido provadas quaisquer irregularidades, motivou uma questão ao Ministério dos Negócios Estrangeiros subscrita por vários deputados socialistas, incluindo Tiago Barbosa Ribeiro. Os deputados do PS questionam não apenas as diligência diplomáticas para a reposição da legalidade democrática no país, mas expressam também a sua profunda preocupação pelas perseguições que estão a sofrer dirigentes, militantes e activistas do MAS (Movimiento al Socialismo), ao mesmo tempo que se consolida o poder autocrático de uma autodesignada presidente.  A iniciativa pode ser consultada neste link.   
    Pedido de esclarecimento sobre encerramento de esquadras no Porto
    29 Jul 2020
    Vários deputados socialistas eleitos pelo círculo do Porto questionaram o Governo sobre o encerramento das esquadras das Antas (Bonfim) e Lagarteiro (Campanhã), no Porto. As perguntas, que têm como primeiro subscritor Tiago Barbosa Ribeiro e são dirigidas ao Ministério da Administração Interna, salientam que «o encerramento destas esquadras deve ser devidamente explicado, envolvendo a população e os autarcas locais. Deve também ser reiterado que o encerramento das esquadras não coloca em risco a política de segurança pública nestas zonas, nem distancia excessivamente os novos serviços policiais dos moradores e residentes servidos pelas esquadras actuais.» Os deputados socialistas pretendem ver esclarecido o seguinte: O Ministério da Administração Interna (MAI) confirma o encerramento definitivo de ambas as esquadras? Em caso afirmativo, existe um plano que garanta a manutenção dos serviços de segurança pública nas áreas até então servidas por estas esquadras? Em caso afirmativo, esse plano foi articulado com os autarcas locais? Em caso afirmativo, onde se localizam os novos serviços policiais de proximidade? Em caso afirmativo, qual o destino dos imóveis onde até agora estiveram instaladas as esquadras   O documento pode ser consultado neste link.
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    25 Nov 2020
    A nação portista está de luto.   Morreu Reinaldo Teles após uma dura luta contra a covid-19. Histórico dirigente do nosso clube, discreto, leal, com...
    Frente Popular
    17 Nov 2020
    «(...) Àqueles que através do seu trabalho criam a verdadeira riqueza».   Excerto do magnífico artigo de Rui Tavares no Público de...
    Políticas de habitação no Porto
    16 Nov 2020
    Estive presente esta manhã nos Paços do Concelho para a assinatura do Acordo de Colaboração entre o IHRU e a Câmara Municipal do Porto no âmbito do...
    Debate sobre salário mínimo
    13 Nov 2020
    Esta noite em directo no Facebook.  Mais informação neste...
    Memória de dias tristes
    12 Nov 2020
    12 de Abril de 2013.   Enquanto Rui Rio e a sua entourage brindavam com champanhe num barco atracado no Douro mesmo em frente ao bairro do Aleixo, assistindo à sua implosão...
    Força, Cristina!
    12 Nov 2020
    Fico muito feliz com este desfecho. Acompanhei de perto este caso, reuni com a trabalhadora, questionámos a ACT, dialogámos com o sindicato, envolvemos o Ministério do...
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