29 Jan 2021
Fernando Aguiar-Branco (1923-2021)
Faleceu, com 97 anos, o dr. Fernando Aguiar-Branco. É uma grande perda. Insigne homem do direito e da cultura, com vasta obra em vários domínios e uma longa carreira desde que se inscreveu como advogado no longínquo ano de 1949 (recebeu a Medalha de Honra da Ordem em 2011), presidente da Fundação Eng. António de Almeida, conselheiro da Fundação Mário Soares, entre muitas relevantes funções, nunca deixou de ser um homem empenhado civicamente ao lado do Partido Socialista.
 
Não esqueço o apoio e estímulo desinteressado que me deu várias vezes, nomeadamente quando me candidatei ao PS Porto (na foto, quando apresentei a candidatura em 2018), oferecendo os seus conselhos, visão e experiência, nunca deixando de marcar presença nos momentos mais importantes.
 
Partiu um homem bom e um grande senhor do Porto.
27 Jan 2021
76 anos da libertação de Auschwitz
Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto
 
A 27 de Janeiro de 1945, há 76 anos, depois de anos de combate implacável na frente leste da Segunda Guerra Mundial contra a Alemanha nazi, o Exército Vermelho libertou o campo de concentração de Auschwitz. 
 
O mundo conheceu então o abismo da condição humana. Mais de 1 milhão de pessoas morreram naquele horror da Humanidade encabeçado pelo sinistro “Arbeit macht frei” num portão sem retorno, mas havia outros (Treblinka, Dachau, ...) para concretizar a “Solução Final” na Europa ocupada.
 
Muitos se perguntaram, depois, como foi possível a industrialização da morte, a ideologia que o justificou e a sociedade que o permitiu. 
 
Hoje, o mais importante é jamais esquecer.
19 Jan 2021
Prosseguimos o trabalho

Reunião de coordenação dos deputados do PS na Comissão de Trabalho e Segurança Social.

O agravamento da pandemia obriga-nos a novas metodologias de trabalho.

18 Jan 2021
Vergonha!
Há momentos em que não é possível calar a indignação...!
 
Este evento criminoso aconteceu contra o parecer das autoridades de saúde, durante o pico mais grave da pandemia, num dia com 10385 novos casos e 152 mortes a lamentar, num contexto de brutal pressão sobre os serviços de saúde e com todo o país a enfrentar severas restrições.
 
Uma vergonha e um insulto aos portugueses, aos que lutam contra a doença, aos que perderam familiares e amigos, aos cidadãos de bem que são cumpridores e aos que lutam para manter o seu ganha-pão.