26 Out 2020
Parecer OE2021

Apresentei hoje este parecer sobre o Orçamento do Estado para 2021 que foi votado na Comissão de Trabalho e Segurança Social.

O parecer detalha medidas nesta área, mostrando um esforço financeiro muito significativo para apoiar quem mais precisa.

Estamos agora na audição à equipa do Ministério liderado pela Ministra Ana Mendes Godinho, transmitida na ARTV. Recomendo que vejam...

23 Out 2020
Consciência não se referenda!

Chumbado o referendo à eutanásia.

Votei naturalmente contra.

Ninguém tem o direito de decidir sobre a consciência de ninguém.

22 Out 2020
Trabalhar pelas pessoas

Recorrendo às potencialidades dos meios digitais, continuamos a trabalhar com afinco numa altura de muitos desafios até à aprovação do Orçamento do Estado.

Durante a tarde, para além dos trabalhos parlamentares, reunião de equipa de deputados do PS com a equipa do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Ao final da tarde e início da noite, reunião de todo o grupo parlamentar do PS com a equipa do Ministério das Finanças (mista, mas com uma maioria de deputados a acompanhar nos seus gabinetes).

Temos plena consciência das dificuldades que enfrentamos com o recrudescimento da pandemia e não há soluções imediatas, mas não temos dúvidas de que vamos ultrapassar esta dura provação e que cá estamos, sempre, para trabalhar pelas pessoas.

21 Out 2020
Com o PS, o Porto avança
Estive esta manhã em Campanhã na cerimónia de assinatura do auto de consignação do Antigo Matadouro Industrial do Porto, com a presença do Primeiro-Ministro António Costa. Este é o corolário de vários anos e do trabalho de muita gente para termos um projecto revolucionário de mais de 30 mil metros quadrados que vai mudar a zona oriental do Porto, unindo reabilitação urbana, cultura, empresas e muito mais. A obra, de mais de 40 milhões de euros, foi ganha pela portuense Mota-Engil, o que também é motivo de regozijo.
 
O projecto é hoje liderado pelo actual executivo da Câmara Municipal do Porto, como não poderia deixar de ser, e conta com o nosso apoio para ele. Mas é justo reconhecer que só podemos ter hoje este espaço porque ainda no tempo de Rui Rio o PS Porto liderou a iniciativa para impedir a venda deste património, o que conseguimos com muita luta e determinação. Depois, nas autárquicas de 2013 e 2017 encabeçadas pelo Manuel Pizarro, este projecto esteve no programa eleitoral do PS. Envolvemos nele muitas personalidades, nomeadamente o arquitecto Jorge Garcia Pereira a quem muito do caminho é também devido. A Junta de Campanhã, liderada pelo nosso Ernesto Fortunato Neves Santos, entusiasmou-se com o projecto. E, por fim, foi graças ao PS que uma mudança legislativa permitiu desbloquear o projecto no Tribunal de Contas após uma inusitada espera superior a 2 anos.
 
Mesmo sem liderarmos o município, o PS não faltou ao Porto e deu o seu contributo ao longo destes anos para que hoje tenha sido um dia especialmente feliz para a nossa cidade. Em tempos difíceis, aqui projectamos a confiança com que encaramos o futuro.
12 Out 2020
Reunião sobre a problemática da droga

Passei o sábado de manhã com o nosso primeiro vereador na Câmara Municipal do Porto, Manuel Pizarro, e os representantes do movimento «Jardim do Fluvial Sem Droga».

Foi uma reunião muito produtiva. Este é um problema que está a assumir proporções muito preocupantes no Porto, em especial em várias zonas de Lordelo do Ouro e de Ramalde.

Precisamos de trabalhar em conjunto e oferecer soluções que envolvam políticas de saúde, sociais e urbanísticas, entre outras.

O PS Porto vai acompanhar atentamente este tema e iremos apresentar medidas.

12 Out 2020
A minha luz

7 anos desta luz.

Parabéns, filha!

02 Out 2020
O que diz uma fotografia?
 
Esta fotografia de Eduardo Portugal mostra uma mancha impressionante de barracas em Lisboa em 1939, numa das entradas para o Bairro das Minhocas. No Porto e noutras cidades não era diferente, com a imensa maioria das classes populares (o nosso proletariado num país sem indústria) a viver numa pobreza pavorosa.
 
É difícil imaginar este Portugal do “antigamente” de que alguns têm nostalgia, mas ele é muito recente e é do tempo dos pais e avós de tantos de nós. Um país sem Estado Social, sem saúde, sem escola, sem mobilidade social, sem transportes, sem infra-estruturas, sem políticas públicas de habitação e de tudo o resto. Sem democracia. Sem futuro.
 
Mas com outras coisas.
 
Com fome. Com trabalho infantil. Com desigualdades chocantes. Com a universidade circunscrita à elite. Com uma imensa maioria sob o jugo da miséria endémica, onde tudo faltava e onde gerações de portugueses foram condenados a vidas cruéis, determinadas à nascença pela sua classe social. Perceber isto é também renovar a importância da esquerda para dar voz a quem nunca a teve, sem jamais esquecer quem representamos.
 
Nem tudo foi perfeito nestes anos de democracia, eu sei, mas que grande orgulho no caminho que fizemos.
 
O que este povo andou para aqui chegar.