15 Jan 2016
Trabalho (um pouco menos) invisível
Trabalho (um pouco menos) invisível

O quê que ainda se faz no Parlamento perto da uma da manhã? Entre outras coisas, pôr parte da correspondência em dia (regra de ouro: ninguém fica sem resposta, incluindo os inúmeros cidadãos que enviam e-mails), preparar audiências com a Comissão de Trabalhadores da CGD, com a coordenação da comissão de trabalho da PETROGAL, com a Comissão de Reformados e Pensionistas do Metropolitano de Lisboa, e com um grupo de cidadãos que quer expor abusos no âmbito dos recibos verdes.

Este tempo pós-agenda do dia é também aproveitado para trabalhar em iniciativas e intervenções, incluindo as pensões de invalidez e velhice dos trabalhadores da Empresa Nacional de Urânio, a majoração da paternidade e maternidade na ALRAM, um programa especial de apoio para a Terceira, e ainda um diploma sobre alargamento dos complementos de pensões. Tudo temas em cima da agenda nos próximos dias, que contarão ainda, daqui a poucas horas, com um debate quinzenal com o Primeiro-Ministro.

Divulgar este outro lado da actividade parlamentar, tantas vezes ignorado e fundamental para o cumprimento de um bom mandato de todos os deputados, é essencial em tempo de populismo e de afastamento dos cidadãos. As boas práticas são a regra e não a excepção.