21 Jan 2021
Tiago Barbosa Ribeiro participou esta noite, a partir do Coliseu do Porto, num comício (virtual) da candidatura presidencial de Ana Gomes que foi acompanhado por muitos milhares de apoiantes em todo o país.   Na sua intervenção deixou seis razões objectivas para apoiar esta candidatura, que pode conhecer no vídeo.  
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20 Jan 2021
Os deputados aprovaram hoje, na especialidade, a proposta do Governo que suspende, por dois anos, os prazos associados à sobrevigência e caducidade das convenções coletivas de trabalho (contratos coletivos e acordos empresa). A proposta foi aprovada na comissão parlamentar de Trabalho e Segurança Social com os votos a favor do PS e do BE, a abstenção do PCP e o voto contra do PSD e do CDS-PP, disse à Lusa o deputado socialista Tiago Barbosa Ribeiro. De acordo com a proposta, o objectivo é suspender «durante 24 meses» os prazos de sobrevigência das convenções coletivas de trabalho previstos na lei laboral. A medida abrange «os prazos de sobrevigência que se apliquem na sequência de denúncia de convenção coletiva realizada a partir da entrada em vigor» da proposta em causa, «bem como os prazos de sobrevigência que estejam em curso, na sequência de denúncia de convenção colectiva de trabalho realizada em data anterior», lê-se na proposta. Tiago Barbosa Ribeiro sublinha que a medida é «mais um elemento de resposta das políticas públicas à crise suscitada pela doença covid-19, que devem pautar-se pelos princípios da qualidade do emprego e do trabalho e pelo reafirmar da dimensão colectiva das relações de trabalho». O impacto é sobretudo preventivo porque dissuade novas denúncias, protegendo milhões de trabalhadores para permitir atravessar com estabilidade e segurança, na negociação coletiva, o período de crise e de recuperação que o país irá atravessar devido à pandemia de covid-19.
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13/Jan/2021
Após a votação da renovação do estado de emergência, o deputado do Partido Socialista Tiago Barbosa Ribeiro fez hoje uma Declaração Política em nome do Grupo Parlamentar do Partido Socialista em que destacou o papel de um Estado Social forte durante a pandemia de Covid-19, e catalogou a Segurança Social como «a coluna do Estado social», assegurando que o PS se afasta «daqueles que usam da mentira e da demagogia para destruir este sistema solidário». Na sua intervenção, o deputado destacou também os grandes valores defendidos pelos socialistas.  «O combate à pandemia tem sido possível porque agimos como comunidade e como uma sociedade em que os problemas de uns são os problemas de todos, não como indivíduos isolados e desligados entre si, e é por isso que os socialistas acreditam firmemente no valor da solidariedade como condição fundamental da liberdade individual», começou por referir o deputado do PS, garantindo que «ela só existe com Estado social». «O Estado social mostrou a sua enorme força nas dificuldades que enfrentamos» com a pandemia, como por exemplo no Serviço Nacional de Saúde, conforme exemplificou o socialista: «Estado social e solidariedade é precisarmos de um médico e pedirem-nos o cartão de cidadão e não o cartão de crédito». Tiago Barbosa Ribeiro também apontou a escola pública como um exemplo, que classificou como «o grande elevador social da democracia portuguesa»: «A escola pública onde somos todos iguais nas nossas diferenças é força motriz da nossa democracia, que se constrói diariamente nas salas de aula deste país», frisou. E focou-se principalmente na Segurança Social: «O nome diz tudo», disse o parlamentar, que asseverou que «a Segurança Social é a coluna do Estado social e é um cinto de segurança da nossa democracia, porque não há liberdade na pobreza e cidadãos no desespero e na miséria são o fermento de soluções políticas radicais, que exploram o medo, a desesperança e as divisões». Destacando que «a Segurança Social mostrou a sua força durante a pandemia», Tiago Barbosa Ribeiro recordou que esta «pré-existe à pandemia» e, por isso, «temos de a defender para os tempos que virão». Da parte do Grupo Parlamentar do PS, o deputado deixou uma garantia: «Afastamo-nos, por isso, daqueles que usam da mentira e da demagogia para destruir esse sistema solidário, e contestamos também aqueles que quando são Governo apenas sabem cortar, limitar e mercantilizar. Nunca a Segurança Social teve avanços depois de uma governação de direita, mas é difícil encontrar um Governo socialista que não tenha dado novos passos para a tornar mais ampla e inclusiva».    RSI é porventura a mais importante medida do nosso sistema social O coordenador dos socialistas na Comissão de Trabalho e Segurança Social relembrou o Rendimento Social de Inserção (RSI), «uma política que ainda hoje só é incompreendida por aqueles que culpam os mais pobres pela sua própria pobreza». Celebrando os 25 anos da medida, Tiago Barbosa Ribeiro lembrou que foi criada «por iniciativa do nosso atual presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, à data ministro da Solidariedade e Segurança Social, e é hoje uma das mais importantes medidas de combate à pobreza e à exclusão, sem esquecer a inserção profissional e social dos beneficiários». «O RSI não é uma esmola nem cria ‘subsídio-dependentes’», disse o deputado ao dirigindo-se sobretudo às bancadas da direita. Tiago Barbosa Ribeiro que revelou que o RSI «abrangeu 267 mil beneficiários no ano pré-pandemia, 34% eram crianças, jovens e idosos, e menos de 6% eram beneficiários da comunidade cigana, esses que os extremistas querem hoje transformar num alvo de raiva social, mas que nós combatemos olhos nos olhos com verdade, valores e princípios, especialmente quando mandam os outros trabalhar e deixam a sua cadeira vazia nesta Assembleia da República», numa referência ao Chega. «Esta medida permitiu combater a pobreza infantil, reduzindo-a desde logo desde 2015 em quatro pontos percentuais, mas também reduziu a pobreza nas famílias numerosas, que muitas vezes à direita são tão faladas, em 12,5 pontos percentuais», esclareceu. Classificando o RSI como «a mais importante medida do nosso sistema social», Tiago Barbosa Ribeiro deu outros exemplos, como o «Complemento Solidário para Idosos, que foi lançado em 2005, ou a Prestação Social para a Inclusão, criada em 2017, sempre com a marca do Partido Socialista». Congratulando-se por Portugal ter tido «um Estado forte no combate à crise sanitária e um Estado forte na protecção dos rendimentos para evitar a crise social», o parlamentar assegurou que o Governo do PS vai continuar esse caminho em 2021, «desde logo com lay-off pago a 100%». «Este modelo social que temos construído é aquele em que acreditamos, convencendo até aqueles mais liberais que falavam de gorduras e pediam cortes, e agora querem mais despesa e mais investimento para que seja visível a mão do Estado que nos ajuda a sair da crise», mencionou Tiago Barbosa Ribeiro, usando da ironia. «Opondo-nos àqueles que querem diminuir o Estado Social, mas também desconfiados daqueles que descobriram nele uma paixão rápida e transitória, cá estaremos para defender a Segurança Social como a espinha dorsal de uma sociedade inclusiva, coesa e solidária», concluiu o socialista.   Vídeos Intervenção inicial   Resposta ao PSD, PAN e BE   Resposta ao PCP e ao CDS-PP     Algumas notícias   GPPS defenderá sempre a Segurança Social «como a espinha dorsal de uma sociedade inclusiva» https://www.ps.parlamento.pt/noticias/gpps-defendera-sempre-a-seguranca-social-como-a-espinha-dorsal-de-uma-sociedade-inclusiva https://www.accaosocialista.pt/?edicao=1351#/1351/ps-defendera-sempre-a-seguranca-social-como-a-espinha-dorsal-de-uma-sociedade-inclusiva   PS ataca «populistas» por usarem Rendimento Social de Inserção contra comunidade cigana https://observador.pt/2021/01/13/ps-ataca-populistas-por-usarem-rendimento-social-de-insercao-contra-comunidade-cigana/ https://www.noticiasdecoimbra.pt/ps-ataca-populistas-por-usarem-rendimento-social-de-insercao-contra-comunidade-cigana/   Covid-19: partidos preocupados com fecho de escolas e condições para ensino à distância https://www.publico.pt/2021/01/13/politica/noticia/partidos-preocupados-fecho-escolas-condicoes-ensino-distancia-1946167    
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08/Jan/2021
Tiago Barbosa Ribeiro é um dos subscritores de um projecto do Grupo Parlamentar do PS que visa a criação de uma Comissão para a eventual integração da Caixa de Previdência dos Advogados e Solicitadores (CPAS) no regime geral da Segurança Social. A Caixa de Previdência dos Advogados e Solicitadores (CPAS) foi criada em 1947, então com a designação de Caixa de Previdência da Ordem dos Advogados, enquadrando-se como pessoa colectiva de direito público de natureza previdencial que visa conceder pensões de reforma e subsídios por invalidez aos seus beneficiários. Este regime, que não apresenta nenhum cariz assistencialista, baseado em descontos obrigatórios que não estão relacionados com os rendimentos verdadeiramente auferidos, tem vindo a revelar-se desajustado para um número crescente de advogados, em especial os mais jovens. Com efeito, as mudanças na profissão ao longo das últimas décadas, o aumento significativo do número destes profissionais liberais em contextos laborais muito diversificados e a prevalência de fenómenos de precariedade no seu seio, quando não mesmo desemprego, têm agravado os desequilíbrios entre direitos e deveres perante a CPAS, suscitando fundadas críticas por parte de quem lhe está obrigatoriamente adstrito. A CPAS é um regime não opcional que impõe um desconto mínimo mensal de 251,38€ para todos os seus membros, independentemente dos rendimentos que aufiram mensalmente ou mesmo que não aufiram qualquer rendimento, o que provoca crescentes situações de incumprimento. Para além das dúvidas sobre descontos dissociados do princípio da real capacidade contributiva, refira-se que a CPAS também não assegura apoio em situações de doença ou carência económica, e nas situações de assistência à família e maternidade. É um regime que não se coaduna com regras e princípios basilares de um moderno Estado social. A pandemia de COVID-19 destapou o crónico problema que um regime desta natureza apresenta nos momentos de maior fragilidade dos seus beneficiários. Importa, pois, criar condições para que o quadro actual seja significativamente alterado e adaptado às realidades e necessidades actuais dos beneficiários. É também entendimento do PS que uma matéria tão sensível como esta exige elevada ponderação, que deve ocorrer em estreito diálogo com as entidades com responsabilidade nesta matéria, que permitam uma reflexão alargada sobre o quadro actual e caminhos futuros. Assim, o Grupo Parlamentar do PS apresenta um projecto para criar uma Comissão para a eventual integração da Caixa de Previdência dos Advogados e Solicitadores (CPAS) no regime geral da Segurança Social, que pode ser consultado integralmente aqui. 
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06/Jan/2021
O Grupo Parlamentar do PS apresentou um projecto para recomenda ao Governo que acione a Rede Social de forma a proceder à identificação das estruturas residenciais não licenciadas, para que os seus utentes e colaboradores possam ser enquadrados no processo de vacinação contra a COVID-19. Este projecto é subscrito por Tiago Barbosa Ribeiro e por outros deputados da Comissão de Saúde e da Comissão de Trabalho e Segurança Social, podendo ser consultado aqui. 
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04/Jan/2021
Tiago Barbosa Ribeiro é o primeiro subscritor de uma questão dirigida ao Governo sobre a situação dos trabalhadores da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte no âmbito do programa de regularização de vínculos precários na administração pública. A questão pode ser consultada aqui.
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30/Dez/2020
Decorreu hoje de manhã uma reunião, na Federação Distrital do Porto do PS, com as organizações representativas dos trabalhadores da Petrogal (Comissão de Trabalhadores e sindicatos), com a presença de Tiago Barbosa Ribeiro, Manuel Pizarro (eurodeputado, presidente da Federação Distrital do Porto do PS), Isabel Santos (eurodeputada) e Joana Lima (deputada, coordenadora dos deputados do PS do distrito do Porto).   O PS do distrito do Porto está a acompanhar com muita atenção a questão do anunciado fecho da refinaria e todas as suas implicações. É fundamental que este processo seja feito com diálogo entre todas as partes, o que não tem acontecido com a amplitude necessária, e que seja dada toda a prioridade ao apoio social aos trabalhadores. É impensável que uma empresa com os lucros milionários da Galp não o faça. A autarquia de Matosinhos tem também de ser envolvida de forma mais activa, respeitando o seu papel.   Os eurodeputados socialistas salientaram o papel do Fundo para a Transição Justa para apoiar este processo e sabemos que o Governo acompanha com atenção esta matéria.   Os deputados do PS também já deram entrada de um requerimento na Assembleia da República para ouvirem todas as partes e obterem as garantias de que não abdicarão enquanto eleitos pelo círculo do Porto.   Os socialistas do Porto mantêm este tema no topo das suas prioridades.
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26/Dez/2020
Foi enviada a primeira newsletter de Tiago Barbosa Ribeiro para um grupo alargado de subscritores, inaugurando um novo canal de comunicação directa para que todos/as possam ir acompanhando de forma mais próxima a sua actividade parlamentar. Terá periodicidade regular e pretende ser uma síntese das principais notícias, intervenções, vídeos e, de uma forma geral, os destaques da acção diária na Assembleia da República. A newsletter pode ser subscrita nesta ligação e pode ver a primeira aqui.
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23/Dez/2020
O Grupo Parlamentar do PS submeteu um requerimento subscrito em particular (mas não só) pelos deputados eleitos pelo círculo do Porto para ouvir no Parlamento as explicações do Conselho de Administração da GALP, do Ministro do Ambiente e da Acção Climática e da Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, no âmbito do anunciado encerramento das operações sa refinaria de Matosinhos (Leça da Palmeira).   A propósito deste tema, Tiago Barbosa Ribeiro assume pessoalmente que os ganhos ambientais do fecho de uma refinaria petrolífera são inequívocos, mas precisamos de assegurar:   1) um plano social para apoiar os trabalhadores e garantir que não ficam desempregados: uma empresa com os lucros milionários da Galp pode e deve fazê-lo; 2) um plano para apoiar a cadeia de empresas que dependem da refinaria e os seus postos de trabalho indirectos; 3) um plano para limpar um passivo ambiental de décadas; 4) um plano para a possível reconversão industrial do conglomerado, não perdendo capacidade produtiva para a região.   Até agora, não vimos nada. A administração da empresa tem de fazer muito mais.   Tudo isto deve ser feito em estreita articulação com a Câmara Municipal de Matosinhos e, claro, com o Governo.   Estaremos muito atentos a este dossier.
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04/Dez/2020
Tiago Barbosa Ribeiro interveio hoje sobre as iniciativas legislativas subordinadas à caducidade da contratação colectiva, nomeadamente a Proposta de Lei apresentada pelo Governo que sublinha a importância do diálogo social, destacando a contratação colectiva, na garantia da adequada regulação do mercado de trabalho e da economia, assegurando a participação das partes, e em particular dos trabalhadores, nos processos de mudança. A iniciativa propõe a suspensão excepcional, e por 24 meses, das denúncias das convenções colectivas em vigor, constituindo mais uma resposta das políticas públicas à crise da COVID-19.   Aprovação da proposta do Governo sobre contratação coletiva oferece um «cinto de segurança» às relações laborais O deputado Tiago Barbosa Ribeiro explicou hoje, no Parlamento, que o Governo apresentou uma proposta de lei que procede à suspensão excecional de prazos associados à sobrevigência e caducidade de convenção colectiva de trabalho para «garantir a estabilidade das convenções colectivas», depois de uma pandemia que «veio interromper uma trajectória de estabilidade, de crescimento económico e do emprego». A contratação colectiva é, segundo o socialista, «uma matéria central em democracias maduras que valorizam o diálogo social, nunca esquecendo – como fez agora na sua intervenção o deputado [do CDS] João Almeida – que a negociação incide sobre uma mesa onde estão duas partes em condições desiguais, correspondendo o trabalho à dimensão mais frágil de uma relação que tem de ser regulada e protegida». Durante o debate sobre a proposta do Governo e projectos de lei do PCP, do Bloco de Esquerda e do PEV sobre o tema, o coordenador do Grupo Parlamentar do PS na Comissão de Trabalho e Segurança Social recordou os «anos de má memória da governação PSD/CDS», em que «o ataque à contratação coletiva foi uma das formas de promover a desvalorização da proteção no trabalho, individualizar as relações laborais e enfraquecê-las». «Foi também pela machadada na contratação coletiva que a direita quis promover o seu modelo de choque de desvalorização interna, individualizando o factor trabalho, tornando-o mais sujeito a pressões negativas por parte dos empregadores e desvalorizando o seu contributo para dar força sectorial aos trabalhadores, à estabilidade no emprego, à protecção dos direitos e ao incremento dos salários», lamentou.   Contratação coletiva ganhou novo fulgor sob governação do PS Ora, «a estabilidade no trabalho e o trabalho digno têm sido uma das principais dimensões da governação do Partido Socialista desde 2015», assegurou o parlamentar, que frisou que o Executivo conseguiu «uma redução histórica do desemprego com níveis elevados de contratação estável e do crescimento geral dos salários». «A contratação colectiva ganhou um novo fulgor sob a governação socialista. Houve de facto um fortíssimo aumento dos instrumentos de regulação coletiva publicados entre 2016 e 2019, que abrangeram em média 862 mil trabalhadores, precisamente mais do dobro da média anual do período entre 2012 e 2015, que foi 366 mil trabalhadores», assinalou. Tiago Barbosa Ribeiro garantiu a todas as bancadas que «a contratação colectiva é um instrumento poderosíssimo de negociação coletiva, de estabilidade das relações do trabalho e de valorização dos salários, que tem de ser promovida nunca ignorando os frágeis equilíbrios com que lidamos quando tratamos de matérias laborais». E «é isso que o Governo faz, e o PS acompanha, ao promover a suspensão excepcional dos prazos associados à sobrevigência e caducidade», assegurou. Por isso, o Grupo Parlamentar do PS espera que esta proposta venha a ser aprovada, «porque esta moratória previne externalidades negativas sobre dimensões consolidadas do nosso modelo de regulação social e laboral, como sejam o diálogo social e a negociação colectiva, e por isso entendemos que este projecto responde à defesa do diálogo social, à contratação coletiva de cariz sectorial e empresarial, e, de uma forma geral, àquilo que está inscrito e consagrado na Constituição da República Portuguesa em termos de contratação colectiva, não por acaso no capítulo que diz respeito aos Direitos, Liberdades e Garantias dos Trabalhadores». O deputado do PS insistiu na importância da aprovação da medida, fazendo uma analogia: «com a aprovação desta proposta, como esperamos, oferecemos um cinto de segurança sobre as relações laborais numa altura de grande instabilidade para todos».  
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03/Dez/2020
Na data em que se assinala o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, as Mulheres Socialistas (MS – ID) deram a palavra aos deputados do PS, na sequência do papel que a Convenção de Istambul atribui aos parlamentares na prevenção e combate à violência contra as mulheres e à violência doméstica. Tiago Barbosa Ribeiro foi um deputados convidados a aderir à iniciativa.   A violência doméstica, que se exerce esmagadoramente contra as mulheres, é uma violência primitiva, cobarde e abjeta. Inúmeras mulheres continuam a ser violentadas física e psicologicamente ano após ano, com dezenas a morrerem às mãos dos seus companheiros, namorados, maridos, pais dos filhos. Pessoas em quem, num determinado momento, depositaram cumplicidade e confiança. Este flagelo tem de acabar e temos de mobilizar todos os poderes públicos para dar continuidade ao caminho que percorremos, em particular desde que consagramos a violência doméstica como crime público. Esta brutalidade não olha a classes sociais, a rendimentos nem a profissões, sendo transversal a toda a sociedade. No Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, junto a minha voz à de todos os que não se calam no combate a esta vergonha. Tiago Barbosa RibeiroDeputado à Assembleia da República       Notícia.
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28/Nov/2020
A última edição revista Visão publica uma peça sobre as relações entre o PS e o PCP (versão completa pode ser consultada na área da imprensa). Segue-se uma passagem com os comentários de Tiago Barbosa Ribeiro a propósito de uma estrada que ainda tem muito para andar.    
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26/Nov/2020
Tiago Barbosa Ribeiro teve várias intervenções no âmbito do debate do Orçamento do Estado para 2021, para além da participação nas negociações com outros partidos à esquerda e na apresentação de propostas de alteração do próprio grupo parlamentar do PS, como é o caso do layoff pago a 100%. Estas intervenções começaram na especialidade (ver aqui e aqui) e tiveram continuidade no debate da generalidade, ficando aqui os principais momentos.                           Notícias no âmbito das intervenções   Orçamento que "não dá nem um passo atrás" nas leis laborais tem de ser aprovado http://www.ps.parlamento.pt/noticias/orcamento-que-nao-da-nem-um-passo-atras-nas-leis-laborais-tem-de-ser-aprovado http://www.accaosocialista.pt/?edicao=1322#/1322/orcamento-que-nao-da-nem-um-passo-atras-nas-leis-laborais-tem-de-ser-aprovado   PS não prevê reduzir TSU mas avisa: "Para aumentar salário mínimo, é preciso OE aprovado" https://www.tsf.pt/portugal/economia/ps-nao-preve-reduzir-tsu-mas-avisa-para-aumentar-salario-minimo-e-preciso-oe-aprovado-13064953.html   OE2021: Reforço na saúde, aumento das pensões e lei laboral marcam arranque de debate https://visao.sapo.pt/atualidade/politica/2020-11-20-oe2021-reforco-na-saude-aumento-das-pensoes-e-lei-laboral-marcam-arranque-de-debate/ https://www.jn.pt/nacional/reforco-na-saude-aumento-das-pensoes-e-lei-laboral-no-arranque-do-debate-do-oe2021--13057301.html https://www.dnoticias.pt/2020/11/20/239720-reforco-na-saude-aumento-das-pensoes-e-lei-laboral-marcam-arranque-de-debate-sobre-o-orcamento/#   Direita aproveita a crise da pandemia para lançar portugueses contra portugueses https://porto.ps.pt/direita-aproveita-a-crise-da-pandemia-para-lancar-portugueses-contra-portugueses/?fbclid=IwAR1gf6dbt3ZU3ErB__pGzw-Uk50GCatlTuI91dL1evTCShNfs7_XE9-qQz0   PS aproxima-se do PCP no layoff, mas desfecho do OE continua em aberto  https://www.publico.pt/2020/11/23/politica/noticia/ps-aproximase-pcp-layoff-desfecho-oe-continua-aberto-1940370   PSD e a direita só sabem reagir à crise com austeridade https://porto.ps.pt/psd-e-direita-so-sabem-reagir-a-crise-com-austeridade/   Ministra do Trabalho quer olhar em frente e PS não queima "nenhuma ponte" https://www.noticiasaominuto.com/politica/1615053/ministra-do-trabalho-quer-olhar-em-frente-e-ps-nao-queima-nenhuma-ponte   OE2021. "Não se compreende que não estejamos todos juntos a construir" http://www.noticiasaominuto.com/politica/1613612/oe2021-nao-se-compreende-que-nao-estejamos-todos-juntos-a-construir   OE2021. Fundo da Segurança Social daria para pagar prestações por 20 meses https://sicnoticias.pt/especiais/orcamento-de-estado/2020-10-26-OE2021.-Fundo-da-Seguranca-Social-daria-para-pagar-prestacoes-por-20-meses   OE2021: 'Almofada' financeira da Segurança Social daria para pagar prestações por 20 meses https://visao.sapo.pt/atualidade/economia/2020-10-26-oe2021-almofada-financeira-da-seguranca-social-daria-para-pagar-prestacoes-por-20-meses/ https://www.jn.pt/economia/almofada-financeira-da-seguranca-social-daria-para-20-meses-12965684.html   Notícias na imprensa Todas as notícias podem ser consultadas no site nesta área.  
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08/Nov/2020
Posição de Tiago Barbosa Ribeiro sobre as eleições presidenciais:     Os órgãos do PS deliberaram ontem sobre as eleições presidenciais, não fechando nenhuma orientação de voto e respeitando a liberdade dos nossos militantes e dirigentes apoiarem quem entenderem no campo das candidaturas constitucionais.   O meu voto vai para Ana Gomes.   Em democracia, as eleições tratam de política e não de personalidades. Questões como a defesa do Estado Social, do Serviço Nacional de Saúde, da Escola Pública, da Regionalização, dos direitos sociais e laborais, da relação entre instituições, da defesa de uma Europa liderante num mundo multipolar, entre outras, traduzem alinhamentos nos princípios e diferenças que não se anulam (nem devem anular) entre esquerda e direita. Para mais num contexto de crise social e económica em que o próximo Presidente da República vai exercer o seu mandato.   Ana Gomes, militante do Partido Socialista, já ocupou os mais elevados cargos em representação do nosso partido. Foi eurodeputada durante vários mandatos, membro do Secretariado Nacional, candidata autárquica, entre outros. Notabilizou-se ainda antes disso como diplomata em Jacarta durante o difícil e violento processo de emancipação de Timor-Leste, tendo dado um contributo decisivo para a independência e a paz.   No Parlamento Europeu, a defesa dos direitos humanos foi uma das causas que abraçou com maior determinação e visibilidade, granjeando o respeito dos seus pares. Mais recentemente, de forma mais vocal, o combate à corrupção fê-la ter razão antes do tempo em relação ao que se passava em Angola quando muitos preferiam ignorar. Tem, de resto, um passado de coragem e de militância política ainda antes do 25 de Abril no activismo estudantil, sempre pelos valores da tolerância, da liberdade e da defesa dos que menos têm.   Nem sempre teve razão, como acontece a todos, mas teve-a nos momentos fundamentais de um já longo percurso e projecta valores alinhados com o campo da esquerda plural.   Respeitando todas as opções dos meus camaradas, estas são algumas das razões que me levam a apoiar Ana Gomes e a votar na sua candidatura nas próximas eleições presidenciais.     Notícia Jornal de Notícias Notícia Expresso Notícia Observador
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