29 set 2026
Tiago Barbosa Ribeiro recebeu, na Assembleia da República, a Associação dos Comerciantes do Porto, liderada por Rubens Carvalho, numa audiência dedicada aos desafios do comércio de proximidade e da economia urbana. O encontro contou também com a participação dos deputados do PS Davide Amado, Patrícia Pinto Ribeiro e Ricardo Lima.Durante a reunião, foram abordadas a estabilidade do arrendamento comercial, a protecção das Lojas com História e a revisão do Licenciamento Zero em zonas de maior pressão urbana. A garantia de atendimento em língua portuguesa, acompanhada de medidas de formação e integração dos trabalhadores, foi outro dos temas em discussão.O encontro destacou a importância do comércio de proximidade para a criação de emprego, a vitalidade das ruas e a preservação da identidade das cidades. Neste contexto, foram salientadas a necessidade de previsibilidade para quem investe, a disponibilidade de instrumentos que permitam às autarquias assegurar o equilíbrio urbano e a protecção dos direitos dos consumidores.Tiago Barbosa Ribeiro agradeceu os contributos apresentados pela Associação e a disponibilidade para colaborar no trabalho parlamentar, sublinhando que proteger o comércio é também cuidar das cidades e de quem nelas vive e trabalha.
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11 set 2026
José Gomes Ferreira analisou na SIC o artigo que Tiago Barbosa Ribeiro publicou com críticas ao relatório sobre a sustentabilidade da Segurança Social, subscrevendo a posição que é manifestada.O vídeo pode ser visto de seguida.
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08/set/2026
Tiago Barbosa Ribeiro escreveu no Público um artigo em que apresenta várias razões para contrariar as teses do relatório do grupo de trabalho para a Sustentabilidade da Segurança Social. O artigo, que se publica na íntegra de seguida, foi objecto de análise por parte de José Gomes Ferreira na SIC. Este vídeo pode ser visto nesta ligação. (In)sustentabilidade da Segurança Social: cinco razões para duvidar de um estudo O relatório encomendado pelo Governo sobre a sustentabilidade da Segurança Social, elaborado por uma equipa com um conhecido viés ideológico contra o modelo que vigora em Portugal, chegou ao espaço público a meio de Agosto. Horas depois, o Governo que o encomendou, que fixou o caderno de encargos e que escolheu quem o executou, veio dizer que as conclusões são da exclusiva responsabilidade dos autores. Não são. Porque este estudo não pretende mudanças legislativas imediatas: pretende intoxicar a opinião pública. Faz parte de uma estratégia. Deixo por isso cinco razões para contestar o que foi apresentado.1) O défice foi artificialmente fabricado. O estudo junta as contas do sistema previdencial da Segurança Social com as da Caixa Geral de Aposentações e chama-lhe um défice do sistema de pensões. Não é. A CGA é o regime das pensões dos funcionários públicos mais antigos, encerrado a novas inscrições desde o final de 2005, por decisão de um Governo do PS que acabou com a existência de dois regimes e passou a inscrever todos os novos funcionários públicos na Segurança Social.É desse encerramento, que eliminou disparidades, que resulta o suposto desequilíbrio. Os funcionários públicos admitidos a partir de 2006 passaram a descontar para a Segurança Social, enquanto as pensões dos antigos continuaram a sair da CGA. A receita foi para um lado e a despesa ficou no outro. O próprio relatório reconhece que o autofinanciamento da CGA caiu para 35,6% em 2025, quando teria rondado os 66% se os novos subscritores tivessem continuado a entrar. Um regime fechado, sem contribuintes novos, é naturalmente deficitário. Não se trata de descontrolo, mas da estrutura desta operação de convergência, orçamentada ano a ano e com um horizonte de extinção conhecido.Há ainda uma razão mais antiga, e vale a pena recordá-la. Ao contrário de qualquer empresa privada, que paga 23,75% sobre as remunerações no regime geral, o Estado nunca entregou à CGA uma contribuição patronal equivalente. O que hoje sai do Orçamento é o Estado a pagar tarde aquilo que, enquanto empregador, nunca pagou a horas.2) O estudo desmente-se a si próprio. Para sustentar que os excedentes são uma suposta ilusão, os autores constroem um saldo ajustado, retirando ao sistema previdencial tudo o que consideram artificial. É o teste mais exigente que escolheram aplicar. O resultado é um excedente de 1.572,4 milhões de euros em 2025, positivo desde 2022 e em trajectória ascendente. E no final de 2025 o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social tinha 41.947 milhões de euros, a maior almofada alguma vez construída, alimentada precisamente pelos excedentes que agora se pretende declarar ilusórios. Um sistema falido não acumula reservas durante uma década. 3) Não quantifica as alternativas. O relatório é minucioso a projectar a hipotética degradação futura, prevendo que a taxa de substituição de uma carreira completa desça de 68,3% em 2025 para 58,0% em 2065. Mas não apresenta as contas do que essas pensões seriam no modelo de contas individuais. De resto, o retrato de partida também não deve ser aceite sem discussão. Segundo a OCDE, na edição de Novembro de 2025 do «Pensions at a Glance», um trabalhador português com salário médio e carreira completa que entre hoje no mercado de trabalho terá uma pensão equivalente a mais de 90% do salário líquido, contra uma média de 63,2% no conjunto dos países da organização.4) Nenhum produto financeiro oferece o mesmo que a Segurança Social. Vende-se aos mais novos a ideia de que a TSU é um imposto perdido. Não é. É o preço de um direito que cobre doença, desemprego, parentalidade, invalidez, morte e velhice, com garantia pública e sem risco de mercado. Quem descontou dois anos e adoece está protegido. Com dois anos de saldo numa conta individual, por exemplo, não está. Por outro lado, já é possível fazer descontos complementares para a reforma com produtos existentes no mercado. Se a adesão é baixa, não é por falta de oferta, é por falta de rendimento disponível. Só poupa quem ganha acima do que precisa para viver, e é por isso que estes modelos funcionam bem para os salários altos e mal para todos os outros.5) O alarme é selectivo. O estudo sustenta que a melhoria das contas se explica, essencialmente, pelo aumento do emprego e, em particular, da população imigrante jovem. Ou seja, o relatório encomendado por este Governo reconhece o importante papel da imigração na Segurança Social, enquanto o mesmo Governo aperta as regras de entrada, de nacionalidade e de reagrupamento familiar. O que vale para um lado, não vale para o outro.Por tudo isto e muito mais, fica a pergunta que o relatório não faz. Se o sistema contributivo tem excedente, se a reserva bate máximos e se as pensões portuguesas estão entre as que melhor substituem o salário na OCDE, porquê tanta urgência em mudar tudo? A resposta não está na aritmética, está numa transferência ideológica: do colectivo para o individual, do direito para o produto, do risco partilhado para o risco de cada um. A Segurança Social pública, universal e garantista demorou décadas a construir-se. Pode destruir-se em pouco mais de uma legislatura. Artigo publicado no jornal «Público» e disponível na sua versão impressa na área de «Imprensa».
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31/jul/2026
Participação de Tiago Barbosa Ribeiro no programa «Jogo Político», da RTPN. A exposição de dados pessoais de altas figuras do Estado na Internet, incluindo o Presidente da República, o Primeiro-Ministro e membros do Governo, juízes e até do presidente das secretas, é denunciada como uma situação que pode pôr em causa a segurança nacional. Em debate estiveram também a crise migratória em Ceuta e a situação do Ministro da Administração Interna.
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16/jul/2026
O debate do Estado da Nação é, por tradição, um momento de balanço. O país pára para avaliar o caminho percorrido ao longo do último ano e o que falta percorrer. E qual é o balanço que podemos fazer? Área a área, os dados mostram um Governo que anuncia mais do que resolve e que deixa atrás de si mais problemas do que soluções. Comecemos pela mais recente. Milhares de famílias vivem dias de angústia por causa do processo de correcção digital dos exames nacionais, implementado pela primeira vez este ano e marcado por gravíssimas falhas desde o início. É a educação dos jovens portugueses a pagar o preço de uma decisão mal preparada e de um Ministro que cortou nos recursos dos serviços do Ministério da Educação – chamou-lhe «reforma» - com os brilhantes resultados que estão à vista. Na habitação, os números não deixam margem para equívocos: os preços das casas subiram quase 17% em 2025, o maior aumento da União Europeia, e continuam a bater recordes em 2026. As rendas sobem de forma sistemática e o acesso à habitação é virtualmente inacessível para a esmagadora maioria. A revogação do pacote «Mais Habitação», lançado pelo PS, e as medidas entretanto aprovadas pelo Governo PSD/CDS, apenas tiveram como resultado o aumento contínuo dos preços e o agravamento das dificuldades na compra e no arrendamento. Na saúde, os números demonstram a contínua degradação do SNS. O Governo interrompeu uma reforma que estava em curso e empurrou para a demissão uma Direcção Executiva unanimemente competente e conhecedora. Como resultado, os indicadores pioraram todos. Segundo dados da própria Administração Central do Sistema de Saúde, 2025 fechou com menos cirurgias realizadas do que em 2024, a primeira quebra desde a pandemia, com menos consultas nos centros de saúde e menos partos. Muitos destes partos aconteceram em ambulâncias. Ao mesmo tempo, a lista de inscritos para cirurgia subiu para perto de 268 mil pessoas, das quais quase um terço já ultrapassava os tempos máximos de resposta garantidos, um agravamento face ao ano anterior. Mais de um milhão de utentes esperam por uma consulta hospitalar. E os hospitais do SNS fecharam o ano com um prejuízo de 2,7 mil milhões de euros e uma dívida de 1,4 mil milhões, mais quase 11% do que em 2024. Tudo isto apesar de mais profissionais e mais recursos financeiros no sistema. Na economia, temos graves sinais de alerta. O Banco de Portugal e a Comissão Europeia apontam para o regresso do défice orçamental já em 2026, depois dos excedentes dos últimos anos com o PS. O PRR arrasta-se. E Portugal perdeu quota de mercado em mais de metade dos destinos para onde exporta, com Bruxelas a admitir que essa perda de competitividade se pode prolongar até 2027. Na legislação laboral, o Governo acabou com a paz social e perdeu um ano em torno de uma contra-reforma que acabou chumbada no Parlamento. Um ano perdido a discutir o retrocesso nos despedimentos, no outsourcing e nos vínculos precários, sem que o país tenha avançado uma vírgula em matérias decisivas para o futuro, como a regulação da inteligência artificial no mundo do trabalho ou a valorização efectiva dos salários. Enquanto o Governo se entretinha a negociar com o Chega até à última hora, Portugal ficou parado numa agenda que devia estar a preparar o país para os novos desafios da economia digital. A tudo isto soma-se o enorme aumento do custo de vida, que continua a pesar no orçamento das famílias, entre rendas, energia e bens essenciais, sem que os rendimentos acompanhem esse ritmo nem que o Governo apresente medidas de mitigação. Este Governo, por incompetência e por opções próprias, está a falhar em áreas decisivas para os portugueses e para o futuro do país. O tempo está a contar. O país precisa de um Governo que resolva problemas, não que os crie ou que os agrave.Artigo publicado no Jornal de Notícias
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09/jul/2026
Intervenção de Tiago Barbosa Ribeiro no XXII Congresso da Federação Distrital do Porto do PS, que reuniu centenas de delegados no passado fim-de-semana em Vila do Conde. Parabéns ao Nuno Araújo, que tem feito um extraordinário trabalho e foi, com toda a justiça, reeleito para mais um mandato. Uma felicitação também ao João Torres, que presidiu à Comissão Organizadora de um grande Congresso e, claro, ao nosso anfitrião e bastião eleitoral, o Vitor Costa. A força do distrito do Porto será a alavanca de um novo ciclo de desenvolvimento e progresso liderado pelo PS.
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22/jun/2026
Tiago Barbosa Ribeiro foi um dos convidados a participar na conferência internacional «A Europa Social é o nosso objectivo», organizada pela Fundação ResPublica em parceria com a FEPS (Foundation for European Progressive Studies), FES Portugal, Solidar e Proforum.Cinco anos depois da Cimeira Social do Porto, voltámos a colocar a Europa Social no centro da conversa: novos objectivos para o Pilar Europeu dos Direitos Sociais, coesão territorial e o combate às desigualdades que continuam a marcar a Europa.Foi um privilégio partilhar este evento com decisores políticos e especialistas europeus, e sair de lá com uma certeza reforçada: a competitividade não pode substituir os direitos sociais. São complementares, não opostos.
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25/mai/2026
O Secretário-Geral do PS, José Luís Carneiro, e o Presidente da Concelhia do Porto do PS e deputado, Tiago Barbosa Ribeiro, estiveram na Escola Secundária Alexandre Herculano para dar continuidade ao nosso contacto próximo com os estabelecimentos de ensino.Nesta visita, foi possível falar com os alunos e professores, respondendo às suas dúvidas e anseios.Acreditamos que ouvir a comunidade escolar é o primeiro passo para construir uma educação pública de excelência, mais forte, inclusiva e preparada para os desafios de amanhã.Mais fotografias nesta ligação.
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18/mai/2026
No âmbito da Rota pelo Ensino e Formação Profissional, o Secretário-geral do Partido Socialista, com a presença de deputados do PS eleitos pelo círculo do Porto, visitaram vários estabelecimentos de ensino e centros de formação no distrito do Porto.Este roteiro tem como objectivo sinalizar a prioridade que o Partido Socialista atribui ao ensino profissional e à empregabilidade dos jovens. A iniciativa integra um conjunto mais alargado de deslocações que inclui também instituições noutros distritos, envolvendo centros de formação e escolas profissionais.Ao longo das visitas, os deputados ouviram jovens e formadores, identificaram necessidades e recolheram contributos que ajudam à construção de um programa político para o sector. Mais informações nesta ligação.
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30/abr/2026
O Grupo Parlamentar do PS perguntou ao ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, que posição assumiu Portugal na reunião do Conselho de Negócios Estrangeiros da União Europeia relativamente às propostas de suspensão, total ou parcial, do Acordo de Associação entre a UE e Israel, uma vez que não existe informação pública esclarecedora sobre a posição do Executivo português. Na pergunta, os deputados João Torres, Tiago Barbosa Ribeiro, Catarina Louro, Eduardo Pinheiro, Elza Pais, Edite Estrela, Eva Cruzeiro, Luís Dias, Rosa Isabel Cruz, António Mendonça Mendes e Susana Correia recordam que o Acordo de Associação entre a União Europeia e Israel, em vigor desde 2000, estabelece um quadro privilegiado de relações políticas, económicas e comerciais entre as partes. Os socialistas salientam o artigo que estabelece que as relações entre as partes se baseiam no respeito pelos direitos humanos e pelos princípios democráticos, o que constitui uma cláusula essencial do próprio Acordo. A natureza desta cláusula implica que violações graves e persistentes destes princípios possam fundamentar a adoção de medidas apropriadas por parte da União Europeia, incluindo a suspensão total ou parcial do Acordo. A verdade é que diversas ações atribuídas a Israel têm sido apontadas como potencialmente incompatíveis com as obrigações decorrentes do referido artigo, como a intensidade das operações militares, a escala de destruição registada desde os ataques terroristas do Hamas a 7 de outubro de 2023, o elevado número de vítimas civis, a limitação do acesso a apoio humanitário, a destruição generalizada de infraestruturas essenciais, a persistência e o aumento da expansão de colonatos em territórios ocupados e as sucessivas violações do Direito Internacional promovidas pelo atual Governo de Israel. Ora, na recente reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE foi discutida a possibilidade de suspensão, total ou parcial, do Acordo de Associação entre a União Europeia e Israel, mas não foi possível alcançar consenso. Não tendo sido possível encontrar informação sobre a posição do Executivo português nesta matéria, os socialistas defendem a importância de se clarificar a posição nacional neste debate. Os deputados do PS querem ainda apurar se o Governo da AD está disponível para apoiar, no quadro europeu, medidas proporcionais, incluindo no plano comercial, que visem dar resposta a eventuais violações das cláusulas essenciais do Acordo, nomeadamente no que respeita à situação nos territórios palestinianos ocupados.
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25/abr/2026
Há 52 anos, por esta altura, começavam as operações militares para derrubar a ditadura. Mas como era Portugal a 25 de Abril de 1974?
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23/abr/2026
Debate na SIC Notícias com a participação de Tiago Barbosa Ribeiro sobre leis laborais, a proposta do Governo e o falhanço das negociações nas concertação. Vários excertos deste debate podem ser vistos aqui.Link na SIC Notícias: O que esperar da derradeira reunião da Concertação Social?
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16/abr/2026
O Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Cuba reuniu na Assembleia da República com o embaixador de Cuba em Portugal, José Ramón Saborido Loidi, num encontro dedicado ao aprofundamento das relações bilaterais e ao reforço do diálogo institucional entre os dois países. A reunião decorreu num ambiente de grande cordialidade, tendo permitido a troca de pontos de vista sobre temas de interesse comum e sobre os desafios que marcam o actual contexto internacional, bem como uma expressão de solidariedade com o povo cubano perante o bloqueio ilegal imposto pelos EUA.Durante o encontro, os deputados sublinharam a importância da diplomacia parlamentar enquanto instrumento complementar da acção externa do Estado, destacando o papel destes grupos na promoção de relações de proximidade e confiança entre povos. Foi ainda reafirmada a vontade de continuar a desenvolver iniciativas conjuntas nas áreas política, económica e cultural, consolidando uma cooperação baseada no respeito mútuo e no direito internacional.O presidente do Grupo Parlamentar de Amizade, Tiago Barbosa Ribeiro, destacou a relevância deste tipo de encontros para o fortalecimento das relações entre Portugal e Cuba, sublinhando a necessidade de manter canais de diálogo permanentes. O embaixador cubano salientou igualmente a importância do aprofundamento dos vínculos entre os dois países, manifestando abertura para futuras iniciativas de cooperação.A reunião terminou com o compromisso de ambas as partes em prosseguir o trabalho conjunto, promovendo novas oportunidades de intercâmbio e reforçando os laços históricos que unem Portugal e Cuba.Notícias- Grupo parlamentar Amizade Portugal-Cuba rejeita bloqueio de Trump e pede fim das sanções dos EUA a Havana- Grupo parlamentar português pede fim do bloqueio dos EUA a Cuba- Declarações de Tiago Barbosa Ribeiro à Antena 1Nota de solidariedadeO Grupo Parlamentar de Amizade Portugal–Cuba acompanha com preocupação as dificuldades que o povo cubano enfrenta no atual contexto, marcado por constrangimentos significativos no plano económico e energético. Neste momento particularmente exigente, o Grupo Parlamentar de Amizade Portugal–Cuba deseja expressar, por intermédio da Embaixada da República de Cuba em Portugal, uma mensagem de solidariedade para com o povo cubano, reconhecendo os desafios que afetam o seu quotidiano e manifestando a expectativa de que possam ser encontradas soluções que permitam melhorar as condições de vida da população e superar esta difícil situação. Reafirmando a posição de Portugal pelo fim do bloqueio que os EUA impõem a Cuba, este Grupo Parlamentar de Amizade reafirma igualmente a importância do diálogo, da cooperação e da amizade entre Portugal e Cuba, valores que continuam a orientar o trabalho de aproximação entre os dois países no plano parlamentar e institucional.
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14/abr/2026
Entrevista ao podcast «O Sofá do Parlamento», da rádio Observador, que pode ser ouvida nesta ligação e lida aqui.Tiago Barbosa Ribeiro diz que o PS deve "avaliar o Orçamento pelo conteúdo concreto" e "sem abdicar, a priori" de qualquer decisão que possa tomar quanto ao documento.O deputado do PS e presidente da comissão Parlamentar de Trabalho, Segurança Social e Inclusão é particularmente critico da reforma laboral apresentada pelo Governo e afasta todas as possibilidades do PS entrar neste diálogo com o Governo.Tiago Barbosa Ribeiro defende a Agenda para o Trabalho Digno implementada pelo último Governo de António Costa e diz que esta proposta de Luís Montenegro não foi validada em eleições e que, por isso, “o Governo está isolado” nesta iniciativa política, que deverá dar entrada em breve no Parlamento.Já quanto ao rumo da oposição do Partido Socialista, defende a postura de José Luís Carneiro, mas avisa que o PS “não deve abdicar, a priori, de qualquer sentido de voto” quanto a um Orçamento do Estado e lembra que o novo Presidente da República já não faz depender a dissolução do Parlamento da aprovação, ou não, deste documento.Continuar a ler ou ouvir a entrevista. 
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