31 jul 2026
Participação de Tiago Barbosa Ribeiro no programa «Jogo Político», da RTPN. A exposição de dados pessoais de altas figuras do Estado na Internet, incluindo o Presidente da República, o Primeiro-Ministro e membros do Governo, juízes e até do presidente das secretas, é denunciada como uma situação que pode pôr em causa a segurança nacional. Em debate estiveram também a crise migratória em Ceuta e a situação do Ministro da Administração Interna.
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16 jul 2026
O debate do Estado da Nação é, por tradição, um momento de balanço. O país pára para avaliar o caminho percorrido ao longo do último ano e o que falta percorrer. E qual é o balanço que podemos fazer? Área a área, os dados mostram um Governo que anuncia mais do que resolve e que deixa atrás de si mais problemas do que soluções. Comecemos pela mais recente. Milhares de famílias vivem dias de angústia por causa do processo de correcção digital dos exames nacionais, implementado pela primeira vez este ano e marcado por gravíssimas falhas desde o início. É a educação dos jovens portugueses a pagar o preço de uma decisão mal preparada e de um Ministro que cortou nos recursos dos serviços do Ministério da Educação – chamou-lhe «reforma» - com os brilhantes resultados que estão à vista. Na habitação, os números não deixam margem para equívocos: os preços das casas subiram quase 17% em 2025, o maior aumento da União Europeia, e continuam a bater recordes em 2026. As rendas sobem de forma sistemática e o acesso à habitação é virtualmente inacessível para a esmagadora maioria. A revogação do pacote «Mais Habitação», lançado pelo PS, e as medidas entretanto aprovadas pelo Governo PSD/CDS, apenas tiveram como resultado o aumento contínuo dos preços e o agravamento das dificuldades na compra e no arrendamento. Na saúde, os números demonstram a contínua degradação do SNS. O Governo interrompeu uma reforma que estava em curso e empurrou para a demissão uma Direcção Executiva unanimemente competente e conhecedora. Como resultado, os indicadores pioraram todos. Segundo dados da própria Administração Central do Sistema de Saúde, 2025 fechou com menos cirurgias realizadas do que em 2024, a primeira quebra desde a pandemia, com menos consultas nos centros de saúde e menos partos. Muitos destes partos aconteceram em ambulâncias. Ao mesmo tempo, a lista de inscritos para cirurgia subiu para perto de 268 mil pessoas, das quais quase um terço já ultrapassava os tempos máximos de resposta garantidos, um agravamento face ao ano anterior. Mais de um milhão de utentes esperam por uma consulta hospitalar. E os hospitais do SNS fecharam o ano com um prejuízo de 2,7 mil milhões de euros e uma dívida de 1,4 mil milhões, mais quase 11% do que em 2024. Tudo isto apesar de mais profissionais e mais recursos financeiros no sistema. Na economia, temos graves sinais de alerta. O Banco de Portugal e a Comissão Europeia apontam para o regresso do défice orçamental já em 2026, depois dos excedentes dos últimos anos com o PS. O PRR arrasta-se. E Portugal perdeu quota de mercado em mais de metade dos destinos para onde exporta, com Bruxelas a admitir que essa perda de competitividade se pode prolongar até 2027. Na legislação laboral, o Governo acabou com a paz social e perdeu um ano em torno de uma contra-reforma que acabou chumbada no Parlamento. Um ano perdido a discutir o retrocesso nos despedimentos, no outsourcing e nos vínculos precários, sem que o país tenha avançado uma vírgula em matérias decisivas para o futuro, como a regulação da inteligência artificial no mundo do trabalho ou a valorização efectiva dos salários. Enquanto o Governo se entretinha a negociar com o Chega até à última hora, Portugal ficou parado numa agenda que devia estar a preparar o país para os novos desafios da economia digital. A tudo isto soma-se o enorme aumento do custo de vida, que continua a pesar no orçamento das famílias, entre rendas, energia e bens essenciais, sem que os rendimentos acompanhem esse ritmo nem que o Governo apresente medidas de mitigação. Este Governo, por incompetência e por opções próprias, está a falhar em áreas decisivas para os portugueses e para o futuro do país. O tempo está a contar. O país precisa de um Governo que resolva problemas, não que os crie ou que os agrave.Artigo publicado no Jornal de Notícias
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09/jul/2026
Intervenção de Tiago Barbosa Ribeiro no XXII Congresso da Federação Distrital do Porto do PS, que reuniu centenas de delegados no passado fim-de-semana em Vila do Conde. Parabéns ao Nuno Araújo, que tem feito um extraordinário trabalho e foi, com toda a justiça, reeleito para mais um mandato. Uma felicitação também ao João Torres, que presidiu à Comissão Organizadora de um grande Congresso e, claro, ao nosso anfitrião e bastião eleitoral, o Vitor Costa. A força do distrito do Porto será a alavanca de um novo ciclo de desenvolvimento e progresso liderado pelo PS.
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22/jun/2026
Tiago Barbosa Ribeiro foi um dos convidados a participar na conferência internacional «A Europa Social é o nosso objectivo», organizada pela Fundação ResPublica em parceria com a FEPS (Foundation for European Progressive Studies), FES Portugal, Solidar e Proforum.Cinco anos depois da Cimeira Social do Porto, voltámos a colocar a Europa Social no centro da conversa: novos objectivos para o Pilar Europeu dos Direitos Sociais, coesão territorial e o combate às desigualdades que continuam a marcar a Europa.Foi um privilégio partilhar este evento com decisores políticos e especialistas europeus, e sair de lá com uma certeza reforçada: a competitividade não pode substituir os direitos sociais. São complementares, não opostos.
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25/mai/2026
O Secretário-Geral do PS, José Luís Carneiro, e o Presidente da Concelhia do Porto do PS e deputado, Tiago Barbosa Ribeiro, estiveram na Escola Secundária Alexandre Herculano para dar continuidade ao nosso contacto próximo com os estabelecimentos de ensino.Nesta visita, foi possível falar com os alunos e professores, respondendo às suas dúvidas e anseios.Acreditamos que ouvir a comunidade escolar é o primeiro passo para construir uma educação pública de excelência, mais forte, inclusiva e preparada para os desafios de amanhã.Mais fotografias nesta ligação.
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18/mai/2026
No âmbito da Rota pelo Ensino e Formação Profissional, o Secretário-geral do Partido Socialista, com a presença de deputados do PS eleitos pelo círculo do Porto, visitaram vários estabelecimentos de ensino e centros de formação no distrito do Porto.Este roteiro tem como objectivo sinalizar a prioridade que o Partido Socialista atribui ao ensino profissional e à empregabilidade dos jovens. A iniciativa integra um conjunto mais alargado de deslocações que inclui também instituições noutros distritos, envolvendo centros de formação e escolas profissionais.Ao longo das visitas, os deputados ouviram jovens e formadores, identificaram necessidades e recolheram contributos que ajudam à construção de um programa político para o sector. Mais informações nesta ligação.
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30/abr/2026
O Grupo Parlamentar do PS perguntou ao ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, que posição assumiu Portugal na reunião do Conselho de Negócios Estrangeiros da União Europeia relativamente às propostas de suspensão, total ou parcial, do Acordo de Associação entre a UE e Israel, uma vez que não existe informação pública esclarecedora sobre a posição do Executivo português. Na pergunta, os deputados João Torres, Tiago Barbosa Ribeiro, Catarina Louro, Eduardo Pinheiro, Elza Pais, Edite Estrela, Eva Cruzeiro, Luís Dias, Rosa Isabel Cruz, António Mendonça Mendes e Susana Correia recordam que o Acordo de Associação entre a União Europeia e Israel, em vigor desde 2000, estabelece um quadro privilegiado de relações políticas, económicas e comerciais entre as partes. Os socialistas salientam o artigo que estabelece que as relações entre as partes se baseiam no respeito pelos direitos humanos e pelos princípios democráticos, o que constitui uma cláusula essencial do próprio Acordo. A natureza desta cláusula implica que violações graves e persistentes destes princípios possam fundamentar a adoção de medidas apropriadas por parte da União Europeia, incluindo a suspensão total ou parcial do Acordo. A verdade é que diversas ações atribuídas a Israel têm sido apontadas como potencialmente incompatíveis com as obrigações decorrentes do referido artigo, como a intensidade das operações militares, a escala de destruição registada desde os ataques terroristas do Hamas a 7 de outubro de 2023, o elevado número de vítimas civis, a limitação do acesso a apoio humanitário, a destruição generalizada de infraestruturas essenciais, a persistência e o aumento da expansão de colonatos em territórios ocupados e as sucessivas violações do Direito Internacional promovidas pelo atual Governo de Israel. Ora, na recente reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE foi discutida a possibilidade de suspensão, total ou parcial, do Acordo de Associação entre a União Europeia e Israel, mas não foi possível alcançar consenso. Não tendo sido possível encontrar informação sobre a posição do Executivo português nesta matéria, os socialistas defendem a importância de se clarificar a posição nacional neste debate. Os deputados do PS querem ainda apurar se o Governo da AD está disponível para apoiar, no quadro europeu, medidas proporcionais, incluindo no plano comercial, que visem dar resposta a eventuais violações das cláusulas essenciais do Acordo, nomeadamente no que respeita à situação nos territórios palestinianos ocupados.
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25/abr/2026
Há 52 anos, por esta altura, começavam as operações militares para derrubar a ditadura. Mas como era Portugal a 25 de Abril de 1974?
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23/abr/2026
Debate na SIC Notícias com a participação de Tiago Barbosa Ribeiro sobre leis laborais, a proposta do Governo e o falhanço das negociações nas concertação. Vários excertos deste debate podem ser vistos aqui.Link na SIC Notícias: O que esperar da derradeira reunião da Concertação Social?
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16/abr/2026
O Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Cuba reuniu na Assembleia da República com o embaixador de Cuba em Portugal, José Ramón Saborido Loidi, num encontro dedicado ao aprofundamento das relações bilaterais e ao reforço do diálogo institucional entre os dois países. A reunião decorreu num ambiente de grande cordialidade, tendo permitido a troca de pontos de vista sobre temas de interesse comum e sobre os desafios que marcam o actual contexto internacional, bem como uma expressão de solidariedade com o povo cubano perante o bloqueio ilegal imposto pelos EUA.Durante o encontro, os deputados sublinharam a importância da diplomacia parlamentar enquanto instrumento complementar da acção externa do Estado, destacando o papel destes grupos na promoção de relações de proximidade e confiança entre povos. Foi ainda reafirmada a vontade de continuar a desenvolver iniciativas conjuntas nas áreas política, económica e cultural, consolidando uma cooperação baseada no respeito mútuo e no direito internacional.O presidente do Grupo Parlamentar de Amizade, Tiago Barbosa Ribeiro, destacou a relevância deste tipo de encontros para o fortalecimento das relações entre Portugal e Cuba, sublinhando a necessidade de manter canais de diálogo permanentes. O embaixador cubano salientou igualmente a importância do aprofundamento dos vínculos entre os dois países, manifestando abertura para futuras iniciativas de cooperação.A reunião terminou com o compromisso de ambas as partes em prosseguir o trabalho conjunto, promovendo novas oportunidades de intercâmbio e reforçando os laços históricos que unem Portugal e Cuba.Notícias- Grupo parlamentar Amizade Portugal-Cuba rejeita bloqueio de Trump e pede fim das sanções dos EUA a Havana- Grupo parlamentar português pede fim do bloqueio dos EUA a Cuba- Declarações de Tiago Barbosa Ribeiro à Antena 1Nota de solidariedadeO Grupo Parlamentar de Amizade Portugal–Cuba acompanha com preocupação as dificuldades que o povo cubano enfrenta no atual contexto, marcado por constrangimentos significativos no plano económico e energético. Neste momento particularmente exigente, o Grupo Parlamentar de Amizade Portugal–Cuba deseja expressar, por intermédio da Embaixada da República de Cuba em Portugal, uma mensagem de solidariedade para com o povo cubano, reconhecendo os desafios que afetam o seu quotidiano e manifestando a expectativa de que possam ser encontradas soluções que permitam melhorar as condições de vida da população e superar esta difícil situação. Reafirmando a posição de Portugal pelo fim do bloqueio que os EUA impõem a Cuba, este Grupo Parlamentar de Amizade reafirma igualmente a importância do diálogo, da cooperação e da amizade entre Portugal e Cuba, valores que continuam a orientar o trabalho de aproximação entre os dois países no plano parlamentar e institucional.
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14/abr/2026
Entrevista ao podcast «O Sofá do Parlamento», da rádio Observador, que pode ser ouvida nesta ligação e lida aqui.Tiago Barbosa Ribeiro diz que o PS deve "avaliar o Orçamento pelo conteúdo concreto" e "sem abdicar, a priori" de qualquer decisão que possa tomar quanto ao documento.O deputado do PS e presidente da comissão Parlamentar de Trabalho, Segurança Social e Inclusão é particularmente critico da reforma laboral apresentada pelo Governo e afasta todas as possibilidades do PS entrar neste diálogo com o Governo.Tiago Barbosa Ribeiro defende a Agenda para o Trabalho Digno implementada pelo último Governo de António Costa e diz que esta proposta de Luís Montenegro não foi validada em eleições e que, por isso, “o Governo está isolado” nesta iniciativa política, que deverá dar entrada em breve no Parlamento.Já quanto ao rumo da oposição do Partido Socialista, defende a postura de José Luís Carneiro, mas avisa que o PS “não deve abdicar, a priori, de qualquer sentido de voto” quanto a um Orçamento do Estado e lembra que o novo Presidente da República já não faz depender a dissolução do Parlamento da aprovação, ou não, deste documento.Continuar a ler ou ouvir a entrevista. 
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07/abr/2026
Os deputados do Partido Socialista pedem ao Governo que confirme a existência de uma dívida superior a 12 milhões de euros do Estado ao Hospital da Prelada, no Porto, e exigem medidas que resolvam de forma célere esta situação e mecanismos que evitem atrasos nos pagamentos no futuro. Notícias vindas a público nos últimos dias dão conta de um atraso de cerca de cinco meses nos pagamentos, que totaliza já aquele montante, relativo a cuidados de saúde prestados ao abrigo de protocolos com o Serviço Nacional de Saúde (SNS). “A confirmar-se, esta situação levanta sérias preocupações quanto à sustentabilidade financeira da instituição e à continuidade da resposta assistencial prestada, num hospital que desempenha um papel relevante no sistema de saúde, em particular na região Norte”, sublinha o deputado eleito pelo Círculo Eleitoral do Porto, Tiago Barbosa Ribeiro, primeiro subscritor da pergunta, lembrando que o Hospital da Prelada “assegura complementaridade ao SNS em diversas áreas e contribui para a redução de listas de espera e para o acesso atempado a cuidados de saúde por parte dos cidadãos”. “O Estado tem de ser uma pessoa de bem e não pode pôr em risco parcerias que são cruciais para os cuidados à população”, sublinha Tiago Barbosa Ribeiro. Numa pergunta dirigida à Ministra da Saúde, os deputados pretendem saber qual o montante exato atualmente em dívida e quais são as razões que explicam o atraso. Pretendem ainda saber que prazos concretos prevê o Governo para a regularização integral dos valores em dívida, se existem outras entidades do setor social ou convencionado em situação semelhante e, em caso afirmativo, qual o montante global em dívida. Para os deputados socialistas, é crucial que o Governo cumpra as suas obrigações, e por isso perguntam que medidas está a adotar para evitar a repetição de atrasos desta natureza, garantindo previsibilidade e estabilidade no financiamento das entidades que colaboram com o SNS. Exigem ainda garantias de que esta situação não compromete a continuidade e a qualidade dos cuidados de saúde prestados à população, designadamente na região do Porto, e questionam se o Governo a avaliar mecanismos de reforço ou revisão dos modelos de contratualização com estas entidades, de forma a garantir maior eficiência e cumprimento atempado das obrigações financeiras. Para os deputados socialistas, o atraso prolongado no pagamento de serviços prestados pelo setor social e convencionado ao SNS compromete não apenas a estabilidade das instituições envolvidas, mas também a confiança no funcionamento do próprio sistema e na relação entre o Estado e os seus parceiros.Notícias- PS questiona Governo sobre se deve 12 milhões de euros ao Hospital da Prelada no Porto- PS questiona Governo sobre alegada dívida de 12 milhões ao Hospital da Prelada- PS quer saber quando é que o Governo vai pagar ao Hospital da Prelada
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03/abr/2026
Os deputados do Partido Socialista eleitos pelo Porto têm dúvidas sobre o real empenhamento do Governo para que a cidade do Porto tivesse sido escolhida para acolher a sede da futura Autoridade Aduaneira Europeia e questionam o Ministro das Finanças e o Ministro dos Negócios Estrangeiros sobre as diligências que foram tomadas para garantir o sucesso da candidatura. «Reconhecemos que o processo era competitivo entre várias cidades da União Europeia mas consideramos igualmente que o Porto tinha todas as condições para receber este equipamento», afirma Tiago Barbosa Ribeiro, deputado eleito pelo Círculo Eleitoral do Porto e primeiro subscritor da questão, lembrando que a instalação de uma agência europeia desta natureza «representaria uma oportunidade estratégica para o país e, em particular, para a região Norte, não apenas pelo impacto económico direto, mas também pelo reforço da afirmação internacional do Porto e de Portugal no contexto europeu». Para os deputados socialistas, a não atribuição ao Porto desta sede levanta, por isso, questões legítimas sobre o processo de candidatura, o envolvimento das entidades locais, a estratégia seguida pelo Governo e os meios mobilizados para garantir o sucesso desta pretensão. Assim, perguntam aos dois ministros que avaliação fazem deste processo e que diligências concretas foram desenvolvidas pelo Governo para promover a candidatura do Porto junto das instituições europeias e dos restantes Estados-Membros. Querem ainda saber se a Câmara Municipal do Porto e outras entidades regionais e nacionais foram formalmente envolvidas na preparação e promoção da candidatura e, em caso afirmativo, em que termos e com que contributos concretos. Perguntam igualmente qual foi o investimento financeiro e institucional realizado pelo Governo na preparação e promoção desta candidatura e se existiu uma estratégia diplomática concertada para apoiar a candidatura portuguesa. Querem saber, em concreto, que contactos bilaterais ou multilaterais foram estabelecidos nesse sentido. Por último, questionam quais foram, no entendimento do Governo, os principais fatores que determinaram este desfecho e que lições retira deste processo, bem como se estão outras candidaturas em preparação para instalação de agências ou instituições europeias que possam beneficiar o território nacional, designadamente fora da área metropolitana de Lisboa.A pergunta pode ser consultada nesta ligação.
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25/mar/2026
Os deputados do Partido Socialista eleitos pelo Círculo Eleitoral do Porto exigem ao Governo esclarecimentos sobre o encerramento da Esquadra da PSP de Cedofeita e questionam se está em marcha um plano mais alargado de reconfiguração de esquadras e serviços no distrito do Porto.Numa pergunta dirigida ao Ministro da Administração Interna que tem como primeiro subscritor o presidente da Concelhia do Porto do PS, Tiago Barbosa Ribeiro, os deputados pedem a confirmação sobre as notícias vindas a público nos últimos dias, dando conta do encerramento do atendimento à população naquela esquadra da cidade do Porto, funcionando apenas a esquadra de turismo, com encaminhamento dos cidadãos para outras esquadras da cidade.No entanto, o Comando Metropolitano do Porto da PSP tem vindo a afirmar que não ocorreu qualquer encerramento e que o atendimento se mantém, referindo uma reorganização interna decorrente da transferência de serviços da 1.ª Divisão para aquelas instalações, na sequência da degradação do edifício anteriormente utilizado no Bonfim.Perante esta contradição, que tem gerado compreensível preocupação e incerteza junto da população, os deputados socialistas perguntam ao Ministro da Administração Interna se confirma que o atendimento geral à população na Esquadra de Cedofeita se encontra atualmente suspenso ou limitado e em que termos está, de facto, a funcionar este serviço. Pretendem ainda saber se foram ouvidas as autarquias locais, designadamente a Câmara Municipal do Porto e a Junta da União das Freguesias, e que posição manifestaram.Perguntam também como explica o Governo a discrepância entre os relatos verificados no local, que serviços concretos deixaram de ser prestados naquela esquadra e quais foram transferidos para outras unidades da PSP no Porto.Os deputados querem igualmente saber que avaliação foi realizada quanto ao impacto desta reorganização no acesso dos cidadãos ao serviço policial, no tempo de resposta e no sentimento de segurança e se a transferência de serviços da 1.ª Divisão para as instalações de Cedofeita implica uma redução permanente da capacidade de atendimento ao público nesta esquadra.De uma forma mais global, os deputados querem saber que medidas estão previstas para garantir que a população desta zona da cidade mantém um acesso de proximidade, eficaz e célere às forças de segurança e se esta reorganização se insere num plano mais alargado de reconfiguração de esquadras e serviços da PSP no distrito do Porto.Os parlamentares lembram que a União das Freguesias de Cedofeita, Santo Ildefonso, Sé, Miragaia, São Nicolau e Vitória concentra um elevado número de residentes, comércio, serviços e fluxos turísticos, exigindo uma presença policial de proximidade efetiva e plenamente operacional.Consultar a PerguntaNotícia.
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